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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

“Políticas del Acuerdo Nacional son casi perfectas, el reto es implementarlas”

"Políticas del Acuerdo Nacional son casi perfectas, el reto es implementarlas"

El especialista en gestión del agua del Consorcio para el Desarrollo Sostenible de la Ecorregión Andina (CONDESAN), Luis Acosta, afirma que los compromisos expuestos en el marco del Acuerdo Nacional de Perú sobre el agua son "casi perfectos", porque comprende los principios fundamentales de la gestión integral del agua. Entre los puntos que resalta son el compromiso a garantizar el acceso universal al agua potable y saneamiento, garantizar la gestión integrada de los recursos hídricos considerando la protección y mantenimiento del equilibrio del ciclo hidrológico.

Además, otros puntos del acuerdo incluyen promover el reciclaje de las aguas residuales, fomento de la inversión privada y pública para la provisión agua potable y para el tratamiento de aguas residuales, garantizar los derechos de usos de agua, la participación (incluido las organizaciones tradicionales y ancestrales) y garantizar el acceso a la información adecuada y confiable.

Sin embargo, Acosta plantea como el reto para implementar estos compromisos trabajar sobre tres pilares fundamentales: Fortalecer la institucionalización del sistema nacional de gestión de recursos en la cual la Autoridad Nacional del Agua es un actor clave de este proceso. Promover y garantizar la inversión pública y privada de manera eficiente, sobre todo en las poblaciones menos favorecidas donde las inversiones por habitante son mayores debido a la accesibilidad y a la dispersión de las poblaciones y a la demanda de tecnologías apropiadas.

El reconocimiento de la cuenca y la directiva de aplicar medidas para que estas sean protegidas y rehabilitadas son especialmente importantes, puesto que es en la cuenca donde tiene efecto el ciclo hidrológico. Cualquier actividad que impacte sobre las cuencas debe contemplar intervenciones que compensen dicho efecto, considerando incluso las características propias de cada región.

Finalmente, garantizar el acceso a información confiable y oportuna a través de un adecuado sistema de información de recursos hídricos y basados en investigaciones locales. Para Acosta, el factor que se necesita para lograr la implementación de los puntos mencionados es decisión política. "Más que compromisos, necesitamos líderes convencidos y con capacidad, ahora que el acuerdo ya está firmado", aseguró el especialista de CONDESAN.  Nuevos puntos del Acuerdo Nacional aquí. Sigue la agenda sobre desarrollo sostenible en los Andes con InfoAndina. InfoAndina es la Plataforma de Información y Comunicación de CONDESAN

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

O METABOLISMO SOCIAL DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Metade da população mundial encontra-se hoje em 19 países asiáticos, cujas economias foram estudadas pelo Sustainable Europe Research Institute (Seri) de Viena com base numa pergunta decisiva para o desenvolvimento sustentável: em que consiste o metabolismo que estas sociedades estabelecem com a natureza?

 

Trata-se de saber como são usadas as bases materiais em que se apoia a oferta de bens e serviços que compõem a riqueza de diferentes países. Para isso, são estudados quatro tipos de materiais absolutamente indispensáveis para a vida moderna: biomassa, energias fósseis, minerais e produtos metálicos. São produtos cuja oferta não é infinita e cuja utilização aumenta com a população e a riqueza.

 

O caráter limitado de sua oferta exige que se coloquem duas questões fundamentais quanto ao seu uso: a primeira refere-se à eficiência com que são extraídos da superfície terrestre, transformados, utilizados e, quando for o caso, reutilizados ou reciclados. Nas sociedades contemporâneas, parte cada vez mais significativa das inovações tecnológicas volta-se para a redução da energia empregada na obtenção destes materiais, a diminuição de sua presença nos diferentes produtos e a ampliação das chances de sua reutilização. Este é o objetivo fundamental dos sistemas de inovação focados na sustentabilidade.

 

Mas há uma segunda questão central que não pode ser evitada diante da escassez relativa dos materiais de que depende a vida social: a que finalidade sua utilização se destina? Que grupos sociais são principalmente beneficiados com seu uso? Quais seus efeitos globais sobre o bem-estar da espécie humana?

 

Os 19 países asiáticos estudados pelo Seri compreendem 90% da população asiática (sem contar a Rússia e os antigos componentes da União Soviética) e 20% do PIB mundial. São imensas as desigualdades entre eles, já que na lista estão Japão, Coreia, Israel, Cingapura, mas também China, Índia, Indonésia, Bangladesh, Tailândia e Paquistão. Como é a região de maior crescimento econômico do mundo, seu metabolismo social é uma das mais importantes questões globais da atualidade.

Em 2005, o consumo dessa metade da população mundial exigia que se retirassem da superfície terrestre, anualmente, 18 bilhões de toneladas destes quatro tipos de materiais (biomassa, minérios, metais e combustíveis fósseis). Este total era de nove bilhões de toneladas em 1985. Na época, esses países consumiam 22% dos recursos mundiais, proporção que passa para 31% em 2005. A Ásia é hoje o centro da economia mundial, não só em termos de crescimento econômico e consumo, mas também é a região em que mais se eleva o ritmo de utilização de materiais e energia. E essa utilização é marcada por uma dupla desigualdade, sem cujo enfrentamento é impossível sequer conceber a ideia de desenvolvimento sustentável.

A primeira refere-se à quantidade de materiais utilizada pelos indivíduos e pelas diferentes economias. Enquanto Japão, Cingapura, Israel e Coreia têm média de 11 a 15 toneladas per capita de extração de materiais, Bangladesh não vai além de 1,1, a Índia fica em torno de 2,8, e a China atinge 6,2 toneladas per capita. A média europeia é próxima à dos mais desenvolvidos países asiáticos, e a do Canadá e dos Estados Unidos chega a 25 toneladas per capita. Não há como ampliar a infraestrutura desses últimos países sem que aumentem os materiais de que depende a construção de novas estradas, fábricas, hospitais, bibliotecas, enfim, das condições indispensáveis para o próprio desenvolvimento. Ao mesmo tempo, como imaginar que este uso chegue ao nível dos países desenvolvidos sem exaustão destes recursos?

 

Daí a importância de uma segunda desigualdade, cujas bases são as diferenças de avanço científico e tecnológico entre os países: a mesma quantidade de materiais pode resultar em utilidades muito maiores a depender da maneira e das finalidades com que são empregados. Em outras palavras, a produtividade material das economias é muito variada. No Japão, cada tonelada de material consumida resulta na produção de quase US$ 2,5 mil. Na média asiática, este valor vai pouco além de US$ 500 e na média mundial fica aquém de US$ 650. Sistemas de inovação voltados para a sustentabilidade têm justamente a função de permitir que a mesma unidade de materiais se exprima em quantidade cada vez maior de riqueza. Isto se obtém pela ampliação na própria eficiência com que os materiais são empregados. Aumentar a produtividade dos recursos é, certamente, uma das bases do desenvolvimento sustentável.

 

E neste particular, o trabalho do Seri apresenta duas conclusões preocupantes. Em primeiro lugar, nos países que mais crescem neste conjunto asiático, o uso de recursos acompanha pari passu a própria ampliação na oferta de bens e serviços: o crescimento não se emancipa, não se descola de sua dependência com relação aos bens materiais finitos dos quais ele depende. E a segunda conclusão é que parte da capacidade, que tiveram os países mais ricos de descasar relativamente seu crescimento dessas bases materiais, deriva de avanço científico e tecnológico, mas também do fato de que suas indústrias mais sujas e pesadas foram transferidas para nações mais pobres.

 

O resultado é que, por mais importante que sejam as inovações tecnológicas na emergência do desenvolvimento sustentável, será necessário igualmente discutir a que finalidades e com que benefícios sociais são usados os recursos ecossistêmicos em que o crescimento econômico se apoia. Utilizar ferro, plástico, borracha e vidro para produzir automóveis que congestionam as regiões metropolitanas, e usar terra, adubos e agrotóxicos para oferecer alimentos que resultam em crescente obesidade são formas cada vez menos admissíveis de estimular as atividades capazes de garantir sucesso na luta contra a pobreza. Na raiz das doenças metabólicas das sociedades contemporâneas, está o próprio sentido de suas atividades econômicas.

 

Esses temas serão discutidos por Eduardo Giannetti da Fonseca, Ladislau Dowbor e Matthew Shirts, por ocasião do lançamento de Muito Além da Economia Verde, no dia 20 de agosto, às 19 horas, no Teatro Eva Herz, no Conjunto Nacional, em São Paulo. (*)Ricardo Abramovay é professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) e do Instituto de Relações Internacionais (IRI), ambos da Universidade de São Paulo (USP), pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fapesp, e autor de Muito Além da Economia Verde, lançado na Rio+20 pela Editora Planeta Sustentável.

 

PERFILES DE NUEVOS INVERSIONISTAS EXTRANJEROS

El Perú ya es el tercer país más globalizado en Latinoamérica, reza el Índice de Globalización de Ernst & Young, mientras Bloomberg Markets nos posiciona como la tercera economía emergente con mayor proyección mundial en el 2012. Las cifras, pues, nos sonríen. Tanto es así que, mismo imán, el Perú está atrayendo cada vez más a empresarios e inversionistas extranjeros.

 

Frente a este panorama, es de suponer que la masa empresarial en el Perú está viviendo cambios importantes, junto con la mayor variedad de nacionalidades. Si bien ya se sabe que los empresarios chilenos, brasileños y españoles están llegando con fuerza, es interesante notar que también lo hacen los chinos, los colombianos y, ahora último, los indios. De hecho, entre enero y julio de este año ingresaron al Perú 4,075 ―casi el 30% de la cifra total― ciudadanos chinos (45%), españoles (20%), indios (17%), colombianos y brasileños (9% cada uno), en calidad de inversionista, negocios y negocios ABTC (APEC Business Travel Card). Si es con ellos con quienes los peruanos empezarán a hacer negocios ―si es que no los están haciendo ya― sirve saber cómo les gusta hacer negocios y a qué sectores están yendo.

 

Los brasileños, por ejemplo, son empresarios cosmopolitas. Dado que su país es más regulado que el Perú, los empresarios en general se sienten muy cómodos con la mayor flexibilidad administrativa y financiera que encuentran en el Perú ―salvo que hagan contratos con el Estado― comparado con Brasil. Además, la música, el buen humor y la buena gastronomía son detalles compartidos entre ambas sociedades. A los brasileños les agrada más la informalidad en el trato; por ejemplo, prefieren llamarse por el nombre más que por el apellido.

 

Los colombianos, por su parte, se caracterizan por ser perseverantes y adaptarse muy bien al medio pese a las dificultades. Generalmente, buscan asociarse con empresarios locales mediante alianzas estratégicas. Hay que tomar en cuenta que el Perú y Colombia tienen economías y mercados complementarios. Por otro lado, el empresario colombiano valora mucho el buen servicio, que es la norma en su país, aunque hay diferencias entre los que provienen de la costa y los del interior. Los primeros son sumamente formales y tradicionales; mientras que los costeños tienen una actitud más relajada.

Conozca más acerca de los empresarios brasileños, colombianos, españoles, chinos e indios (a qué sectores llegan y cómo hacen negocios) en la nueva edición de Semana Económica (SE 1336).

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

PESQUISA & INOVAÇÃO: ACOMPANHANDO CASOS BRASILEIROS DE INOVAÇÃO ABERTA E A SUA REPERCUSSÃO NO MERCADO

Colaboração reforça o valor das relações

 

A inovação está na conexão entre diversos conhecimentos e aplicação em novas soluções. Quando se encara o espectro da inovação aberta em que se sabe que o conhecimento está em locais distintos e, por vezes, distantes, ou mesmo de multinacionais, com grande dispersão geográfica, surge o desafio de como criar e manter as conexões. O professor do KTH Royal Institute of Technology, Mats Magnusson, integra um grupo de pesquisa chamado MCID (Managing Collaborative Ideation Dynamics), que analisa como empresas de grande porte lidam com essa situação.

 

Mats Magnusson - Professor do KTH Royal Institute of Technology, após anos de estudo, percebe que a melhor alternativa para interligar diferentes atores de interesse só é encontrada caso a caso, dependendo do contexto e dos recursos disponíveis. Ele cita, por exemplo, a Ericsson, empresa com mais de 100 mil funcionários distribuídos pelo globo. A empresa gera conhecimento a todo instante e precisa compartilhar esse conhecimento em sua extensão. Mais que isso, entende que é importante que as pessoas conversem para além de seus setores, possibilitando o surgimento de inovações.

 

Nesse caso e em tantos outros, plataformas criadas na web são ferramentas importantes. A empresa criou um espaço no qual se comunicam pessoas de diversos países e cujas ideias postadas são divulgadas de acordo com as demandas que os gerentes apresentam, criando o que ele chama de caixas de demandas. Mais que um receptor, esse espaço estimula a interação e o feed back. “Ideias são lançadas a todo tempo e, para chegar à inovação, é preciso desenvolver. Por isso esse tipo de organização é importante para que a empresa consiga conduzir a evolução e manter os participantes ativos”, explica.

 

Outro exemplo interessante é a Scania, que criou um canal para relacionamento com motoristas de caminhão. O que surgiu daí foi uma série de discussões inesperadas sobre quesitos técnicos dos veículos. Dessa forma, a empresa pôde desenvolver diversas melhorias em seus produtos.

 

Segundo ele, é importante que as empresas identifiquem seus desafios e os atores que querem colocar em contato. “A colaboração se desenvolve a partir do relacionamento. Criar mecanismos que estimulem esse contato ajuda a criar laços que serão fundamentais. As plataformas online são apenas uma ferramenta. O que faz diferença é o uso que se faz dela e como elas são apropriadas e usadas na gestão da inovação”, diz. “Essa lógica pode ser usada também na cooperação internacional, pois se entende que é preciso criar pontes com determinadas pessoas para que a colaboração se estabeleça”.

 

INTERMEDIÁRIOS DE INOVAÇÃO

 

CONTATOS INTERMEDIADOS PARA A GERAÇÃO DE INOVAÇÃO

Centros de inovação, incubadoras, parques tecnológicos. São diversas as formas que podem ser chamadas de intermediários de inovação. O conceito, estudado pelo pesquisador Henry Lopez Vega, mostra o papel dessas organizações no impulso à inovação. Os recursos e conhecimentos estão dispersos e nem sempre é tarefa fácil encontrar os parceiros e as soluções mais adequadas. Os intermediários de inovação entram justamente no papel de conectores.

 

Pesquisador

“Nós observamos que, no fluxo da inovação, 90% das iniciativas não dão certo e apenas 10% se transformam em produtos, serviços ou novos negócios bem sucedidos”, diz. “Inovar não é fácil e é preciso encontrar meios de facilitar esse processo”. Segundo ele, quando uma empresa apresenta demanda por uma tecnologia específica, por exemplo, os intermediários ajudam a mapear se há algo disponível sendo estudado ou já pronto em algum outro lugar. Se descobrem que não, podem tomar a decisão consciente de investir em seu desenvolvimento. Se descobrem que sim, podem então avaliar quais os custos e benefícios de negociar a compra de um patente, por exemplo, ou o desenvolvimento em conjunto com outra instituição.

 

Para Lopez, é por isso que esses intermediários são relevantes também quando se pensa em cooperação internacional. Segundo ele, o segredo está em saber aproveitar os recursos disponíveis. Por exemplo, uma das iniciativas importantes para a criação desses links são programas de intercâmbio que colocam pessoas de diferentes países em contato acadêmica e profissionalmente, criando as bases para parcerias mais maduras. “Há empresas que oferecem programas de mestrado. Por que não aproveitá-los?”, diz.

No caso do Brasil, quando se pensa em cooperação internacional, o especialista alerta que é preciso ter foco. “O governo tem papel importante em estimular e financiar iniciativas que ajudem o país a se tornar referência em inovação em determinado setor. A Alemanha é forte em manufatura, a Itália, na área têxtil, a Espanha em tecnologia da informação e comunicação, a Finlândia em games. Em que o Brasil pretende ser referência no futuro?”, questiona

 

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEl

Cooperação entre Alemanha e Brasil pode ser viabilizada para desenvolvimento sustentável

Quando se pensa em cooperação internacional, é importante encarar quais as potencialidades dos países visados. A Alemanha abriga institutos e empresas de tecnologia avançada e pode encontrar no Brasil parceiro importante para desenvolver novos projetos.

Sabine Brunswicker

Chefe de Inovação Aberta do Fraunhofer Institute for Industrial Engineering

Para a chefe de Inovação Aberta do Fraunhofer Institute for Industrial Engineering, Sabine Brunswicker, atualmente o país encara o Brasil e outras nações emergentes como importante fonte de recursos e capital intelectual. “Estamos convencidos de que Brasil e Alemanha vêm trabalhando bem em colaboração. Mais que transferir tecnologia, nosso foco no país é trabalhar junto para desenvolver novas soluções”, diz.

 

Segundo ela, uma das áreas na qual os dois países enxergam um de seus maiores potenciais é o desenvolvimento sustentável. Sendo um dos países com ecossistema mais rico do planeta e aliado a um contexto de desenvolvimento econômico, seu meio ambiente sofre forte pressão. Por isso, a proteção dos recursos naturais é um dos desafios mais pungentes do Brasil. Ao mesmo tempo, essa é uma das áreas em que a Alemanha já vem trabalhando e, por isso, surgem oportunidades interessantes de colaboração.

 

“Estou trabalhando em um projeto no Rio de Janeiro ajudando a identificar novos negócios para tecnologia limpas, aliando inovação aberta e experimentação de modelos de negócio. Juntamos forças principalmente em relação à experiência de gerenciamento para fazer esse negócio dar certo”, exemplifica Sabine. “Há muito que pode ser trabalhado nessa área”.

 

Sabine entende que o Brasil está no foco de grandes empresas, que aos poucos abrem centros de pesquisa no país. O desafio é aproveitar essas oportunidades e acelerar o processo para estabelecer conexões promissoras. Ela ressalta ainda o papel do governo para ajudar empresas de pequeno e médio porte a se inserirem nesse movimento, uma vez que têm menos recursos disponíveis, mas podem desempenhar importante papel no processo de inovação.

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NOTÍCIAS DO CENTRO DE OPEN INNOVATION – BRASIL E SEUS PARCEIROS

 

Open Innovation Seminar recebe propostas de arenas e define fóruns

Para o Open Innovation Seminar 2012, mais de 20 empresas parceiras do Centro de Open Innovation – Brasil já se propuseram a construir as arenas de inovação – ambientes de colaboração em que pessoas e organizações com competências distintas se unem em busca de soluções para desafios comuns. Também foram definidos, ao longo das reuniões do comitê organizador do evento, os fóruns de inovação aberta – instâncias permanentes que serão lançadas no evento para aprofundar as discussões em relação aos principais aspectos relacionados à gestão da inovação aberta. Para cada um dos três temas principais, serão lançados quatro fóruns. Dentro de Gestão de Pesquisa e Desenvolvimento, o OIS lança os fóruns de Inteligência, transferência e valoração da tecnologia; Modelos de inovação: corporativo versus empreendedor; Pesquisa e Desenvolvimento Colaborativo; e Ecossistemas de Inovação. Já o tema Business Model Generation abrange os fóruns Social innovation; Business Model Generation e Aceleradoras, Gestão da Inovação e Sustentabilidade e Effectuation. Por último, em relação a Inovação em Serviços, serão trabalhados os fóruns Design Thinking; Open Government; User Innovation e Serious Gaming. 
Informações pelo link.

 

 

Selecionadas as melhores estampas do Desafio Criativo Lilica Ripilica

A Comissão Técnica Julgadora do Desafio Criativo Lilica Ripilica selecionou os 85 desenhos mais próximos da final. Agora eles seguem para comissão classificadora, que fará a última avaliação. Entre os estados, destaca-se São Paulo, que responde por 36% dos concorrentes selecionados. Santa Catarina também apresenta forte participação (19%), seguido por Rio Grande do Sul (13%) e Rio de Janeiro (12%). Os demais finalistas são do Paraná, Minas Gerais, Ceará, Goiás e Distrito Federal. O desafio, organizado pela Marissol, mobilizou milhares de desenhistas, designers, artistas plásticos e estudantes, que criaram estampas contínuas para a marca. O resultado oficial será divulgado no dia 17 de setembro. Informações no site.

 

Natura Campus lança chamada de projetos em agosto

O Programa Natura Campus, iniciativa para construção das redes de inovação da Natura com a comunidade científica, lança em 15 de agosto a chamada 2012 de projetos de pesquisa e inovação. A chamada está divida em duas categorias: Programa Amazônia e Ciência, Tecnologia e Inovação. A primeira categoria é destinada a projetos liderados por instituições de ciência e tecnologia sediadas na região amazônica e abre espaço para temas como: Cultura e Sociedade; Conservação e Biodiversidade; Florestas e Agricultura; e Design de Produtos e Processos. Na segunda categoria, o objetivo é apoiar projetos de inovação transformadora, que possibilitem a formação e fortalecimento de uma rede global de pesquisa. É uma oportunidade para desenvolverem projetos em colaboração com a empresa nas áreas de Ciências Clássicas e Avançadas de Pele e Cabelo;  Ciências do Bem Estar e Relações; e Sentidos, Design e Experiências e Tecnologias Sustentáveis. Informações no site.

 

novação aberta é tema de debate entre CNPq e INPI

Em encontro realizado em julho pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, uma mesa de debates do CNPq e INPI, colocaram em debate a inovação aberta no Brasil. O tema foi pautado em meio à observação de desafios enfrentados pelo país na última década, como o aumento da dependência tecnológica e dificuldades na balança comercial em setores considerados de média e de alta intensidade tecnológica (farmacêutico, TIC, saúde, química e máquinas e equipamentos).

O presidente do CNPq, Glaucius Oliva, destacou a importância de procurar competências complementares fora do ambiente institucional ou empresarial. “Quero inovar, não sei fazer sozinho e vou procurar fora de onde estou outro ator para desenvolver projetos conjuntos, por meio de licenciamento de opção, acordos de financiamento de pesquisa, criação de empresas dentro de centros universitários, realização de chamadas de projetos por empresas, estágios, consultorias, doações por empresas, entre outras”, disse.

Já o presidente do INPI, Jorge Ávila, afirmou que o Brasil é um país de industrialização tardia, baseada na aquisição de competências tecnológicas desenvolvidas no exterior: “Nós temos que enfrentar a realidade de um processo histórico. Não houve um ambiente de estímulo ao processo de inovação”.

 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

CONHEÇA 5 PROJETOS PARA CASAS SUSTENTÁVEIS VENCEDORES DE CONCURSO NOS EUA

CONHEÇA 5 PROJETOS PARA CASAS SUSTENTÁVEIS VENCEDORES DE CONCURSO NOS EUA

 

Os projetos vencedores foram os que melhor aproveitaram as tecnologias atuais de produção de energia, telhados verdes, entre outros recursos
Imagens: Divulgação

 

Construir casas modulares, com três cômodos, que não excedessem o valor de US$ 100 mil em materiais, foram as exigências do concurso anual norte-americano de design Sustainable Home: Habitat for Humanity. Voltada para estudantes universitários, a competição anunciou os cinco projetos ganhadores em agosto.

 

Além de avaliar as características sustentáveis como o uso de matéria-prima ecológica, a apresentação também foi um ponto importante na definição dos ganhadores.

Os projetos vencedores foram os que melhor aproveitaram as tecnologias atuais de produção de energia, telhados verdes, entre outros recursos, segundo a organização do concurso.

O júri composto pela ACSA (Association of Collegiate Schools of Architecture) dividiu os vencedores por regiões - com a exceção da categoria "Melhor uso de vinil". Conheça os premiados:

 

REGIÃO SUL

 

 

Com o título NOTBLOX ® Project Habitação Acessível, o projeto idealizado pelos estudantes Nick Barrett e Samuel Pruitt, da Clemson University, demonstrou facilidade de construtibilidade, além de ter um design bonito, sofisticado e oferecer excelentes opções para o uso do vinil.

 

REGIÃO OESTE

Chamado de Casa S, o projeto possui design cativante, expressivo e simples. Todos os sistemas são integrados, e as grelhas agem como parte do mesmo sistema funcionando como uma tela. Projetado por Yiming Su da University of Calgary.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

REGIÃO CENTRAL

A casa sustentável, projetada por Agnieszka Wir-Konas, da University of Detroit Mercy, apresentou simplicidade no plano. A posição foi pensada a partir da orientação do sol, no intuito de valorizar a claridade natural. A casa apresentou também um custo reduzido de construção, além de capacidade modular de ser modificada ao longo do tempo. O design foi considerado "muito bonito" pelo júri. A premiação veio graças também ao telhado verde e a instalação do vinil que desempenha um papel com membrana de PVC sob o telhado verde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

REGIÃO NORDESTE

 

Uma forma estrutural simples, leve, altamente isolada, forte e sustentável, assim foi intitulada a casa de Josh Robinson, da Universidade Estadual da Pensilvânia, projetada para o futuro de componentes modulares.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O quinto projeto foi classificado como vencedor do melhor uso de vinil:

MELHOR USO DE VINIL 

 

Projetada pelos estudantes Ashley Clark, Peter e Mary McInish Win McCarthy, da Universidade de Auburn, a proposta modesta e criativa usou o vinil como uma pele exterior, em vez de usá-lo como tapume. A ideia é mostrar que os elementos podem ser aplicados de várias formas. O uso do material especificado demonstrou a praticidade de fazer uma casa simples e acessível.

(Link: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2012/agosto/concurso-norte-americano-elege-projetos-para-casas)

ME DIZ QUANTAS ÁRVORES TENS, QUE DIREIS QUÃO RICO ÉS

Nem sempre é fácil identificar a desigualdade de renda. Diversos fatores motivam a distribuição desigual de recursos entre uma população, a exemplo de escolaridade, gênero e raça. Mas o Google Maps fornece uma boa estratégia para descobrir a desigualdade de renda: basta olhar as árvores.

 

Sim, isso mesmo. As linhas definitivas da desigualdade de renda podem ser visualizadas por satélite apenas com base no número de árvores que o local abriga. É simples: no Rio de Janeiro, por exemplo, a vista do alto da Rocinha é um amontoado de concreto, enquanto na Zona Sul pode respirar o ar puro propiciado pelo verde novamente.

 

...Enquanto na favela da Rocinha, só se vê concreto

A correlação entre a quantidade de árvores e a renda em áreas urbanas foi feito pela primeira vez em um estudo de março de 2008. Segundo os pesquisadores, que avaliaram 210 cidades norte-americanas com população superior a 100 mil pessoas, quando aumenta a população de renda média em uma determinada área, a demanda por árvores também aumenta.

 

Portanto, os bairros mais ricos têm, frequentemente, cobertura arbórea mais densa do que as áreas mais pobres, fazendo com que a árvore vire uma mercadoria de luxo.

 

 

 

Acaso?

 

Em sua pós-graduação, o jornalista Tim De Chant foi além da teoria da pesquisa e resolveu comprovar a tese através das imagens do Google. Ele encontrou exemplos em cidade no mundo todo: desde o Rio, passando Houston, Chicago e Pequim. Para ele, a relação ente cobertura arbórea e a renda não é meramente ao acaso.

 

As árvores estariam concentradas nas regiões urbanas mais ricas porque proporcionariam inúmeros benefícios, como a sombra, que reduz os custos de refrigeração no verão. Além disso, as árvores filtram a poluição particulada, diminuindo a incidência de asma e cortando despesas de saúde. Elas também podem reduzir o estresse e tornar as pessoas mais produtivas no trabalho

AMERICA LATINA SUSTENIBLE_ VENADO TUERTO PUSO EN MARCHA SU PROGRAMA ANUAL DE FORESTACIÓN

El 50% de los peruanos asegura que sus profesores universitarios tuvieron mayor impacto en su vida (by www.LimaNorte.com )

Nuestra personalidad, intereses y forma de ser en gran medida está marcada por nuestra historia, experiencia y personas que nos han acompañado y formado, y en ese sentido los profesores cumplen una importante tarea, ya que no sólo nos entregan conocimientos, sino también herramientas que nos permitan enfrentar de mejor forma los desafíos que nos [...]

 

URGENTE: Colapsa ducto de Antamina, queda expuesto mineral, contaminando canales de regadío  (by www.LimaNorte.com)

-- Por el presente documento hacemos de conocimiento del ministerio de Energía y Minas y a todas las autoridades competentes la situación de emergencia por lo que esta atravesando el pueblo de Cajacay de la Provincia de Bolognesi del departamento de Ancash. Leer más de este artículo

 

El municipio turístico de La Carolina se suma a la Red de Municipios

El pasado 31 de julio, la Municipalidad de La Carolina, en la provincia de San Luis, adhirió a través de su intendenta, Ingrid Blumencweig, a la Red Argentina de Municipios frente al Cambio Climático.( Link - http://www.placc.org/noticias/grupo-1/noticias-generales/item/1660-el-municipio-turistico-de-la-carolina-se-suma-a-la-red-de-municipios.html)

 

VENADO TUERTO PUSO EN MARCHA SU PROGRAMA ANUAL DE FORESTACIÓN

La Municipalidad de Venado Tuerto, a través de la Subsecretaría de Espacios Públicos y Medio Ambiente, anunció que puso en marcha el programa anual de forestación, algo natural en esta temporada pero que responde a una proyección arbórea de largo plazo.

 

El asesor forestal Miguel Jové comentó que se trabajará con una variedad de especies y se considerarán variables propias de la dinámica urbana, como el ancho de veredas, el uso de las calles y referencias como los tránsitos vehicular y peatonal.

"Buscamos hacer una gestión del arbolado con un ordenamiento y planificación. La ciudad tenía hace 50 años mucha plantación de fresnos, más del 60 por ciento, como lo demostró un relevamiento efectuado, y hoy trabajamos con casi 15 especies distintas, generando diversidad y brindando la especie adecuada en el lugar adecuado", informó Jové.

El especialista solicitó a los vecinos que "independiente del gusto que puedan tener sobre el árbol, sigan nuestros consejos para evitar inconvenientes a mediano plazo", acorde a la planificación efectuada.

Cada año el Municipio coloca árboles a pedido de los vecinos, estimándose en más de 1.500 plantaciones para 2012, un número similar al del 2011, pero este año se distribuirán además unos folletos con consejos útiles, para que el frentista se comprometa con la calidad de vida del árbol.

"Nosotros ponemos un tutor que hay que ajustar en los primeros años de vida del árbol, hay que controlar las hormigas y poner más agua en épocas de más temperatura, pero también hay que evitar lavar la vereda con productos químicos que viertan en la cazuela, o utilizar agua de desecho. Algunos cuidados mínimos entendiendo que el árbol está confinado en un metro cuadrado, con todo un entorno que le es hostil", remarcó Jové.

El Municipio registra que los árboles plantados tienen una sobretasa de vida del 70 por ciento, un valor bastante bajo, que intentará elevarse a un aceptable 85 por ciento con esta labor de concientización ciudadana.

En cuanto al cronograma de plantaciones, comenzará la semana entrante con fresnos y acer negundo, pero las plantas de climas más cálidos, como jacarandá o lapacho, deberán esperar hasta septiembre, evitando los fríos invernales.

 

Pedidos de los vecinos

El asesor forestal aclaró que los pedidos de los vecinos recepcionados entre fines del 2011 y el primer semestre del 2012 "se irán cumpliendo", con la expectativa de satisfacer la demanda para fines de septiembre. En el caso de requerimiento de especies puntuales, se informa al vecino que ante la imposibilidad de obtenerlas se reprogramarán para el año entrante.

Jové aprovechó el contacto con la prensa para informar que el plan de poda concluyó en los barrios Tiro Federal y San Martín, está terminando en Belgrano y San Cayetano y proseguirá en el San José Obrero. En paralelo, la semana entrante culminarán trabajos en la Sociedad Rural, mientras un segundo equipo operará en barrio Norte.

En tanto, el subsecretario de Espacios Públicos, Ricardo Repetto, expresó que "muchas veces la gente se pone inquieta" con este tema, "solicitando que le pongan árboles en noviembre o diciembre, pero nosotros sabemos que ésta es la temporada donde tenemos que empezar a plantar". (link - http://www.placc.org/noticias/grupo-2/manejo-del-suelo/item/1632-venado-tuerto-puso-en-marcha-su-programa-anual-de-forestacion.html=