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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Se asignan los derechos de emisión de gases de efecto invernadero a los operadores aéreos

El Consejo de Ministros ha dado el visto bueno, en su reunión del viernes, al acuerdo por el que se aprueba la asignación individual de derechos de emisión a los operadores aéreos atribuidos a España, en el marco del régimen del comercio de derechos de emisión de gases de efecto invernadero para los periodos de comercio 2012 y 2013-2020.

Afecta a los operadores cuya gestión corresponde a España y que desde enero de 2012 están sujetos a obligaciones por el régimen de comercio de derechos de emisión previsto en la normativa española y comunitaria.

La asignación debe remitirse a la Comisión Europea antes del 26 de diciembre, de modo que los operadores aéreos la reciban antes del 28 de febrero de 2012.

Siguiendo lo dispuesto en la Directiva 2003/87/CE, y con fecha límite del 30 de junio de 2011, las autoridades de los Estados miembros de la Unión Europea remitieron a la Comisión europea el conjunto de datos de toneladas-kilómetro notificados por los operadores. A partir de esta información, la Comisión, de conformidad con lo dispuesto en la Directiva 2003/87/CE, determinó los valores de referencia que deben usarse para calcular las asignaciones correspondientes a los períodos 2012 y 2013-2020. Finalmente, la asignación se calcula multiplicando el dato de toneladas-kilómetro transportadas en 2010, aportado por cada operador aéreo en aplicación de su plan de seguimiento, por el valor de referencia o benchmark publicado por la Comisión Europea.

A partir de 2013, los operadores aéreos deberán entregar cada año tantos derechos de emisión como emisiones de CO2 hayan tenido en el año anterior.

Fuente: Redacción ambientum.com

 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Crédito de carbono: primeiros contratos

Da Agência Ambiente Energia -A Caixa Econômica Federal assinou na última semana seus primeiros contratos de comercialização de crédito de carbono.  Ao todo, a Redução Certificada de Emissões (RCE) negociará três milhões de toneladas em crédito de carbono. Um dos contratos, assinado com a empresa de Saneamento e Energia Renovável do Brasil (SERB), beneficiará o projeto da central de tratamento de resíduos Santa Rosa, no município de Seropédica (RJ). A unidade deve receber resíduos do Rio de Janeiro, após o encerramento do aterro controlado no Jardim Gramacho, em Duque de Caxias (RJ).

Na ocasião, também foram assinados contratos com as empresas Ecopesa Ambiental, para o projeto da central de tratamento de resíduos Candeias, no município de Jaboatão dos Guararapes (PE), e com a empresa CTR Alcântara, para o aterro Itaoca e a central de tratamento de resíduos São Gonçalo, ambos no município de São Gonçalo (RJ).

 De acordo com a Caixa, a negociação de contratos de RCE é resultado do acordo de compra e venda de emissões reduzidas, firmado com o fundo Carbon Partnership Facility (CPF) e o Banco Mundial, no último dia 5 de dezembro. A partir deste acordo, a Caixa se tornou a única instituição, no Brasil, autorizada pelo Banco Mundial para intermediar recursos do CPF.

Pela parceria, além de disponibilizar recursos para redução dos principais impactos sociais e ambientais, a Caixa passa também a fomentar operações de financiamento, por meio das receitas de crédito de carbono, e estimular o segmento de resíduos sólidos urbanos, já que, para se obter a garantia do crédito, será necessária a preparação e entrega de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).

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RIO TERÁ PRIMEIRA "BOLSA VERDE" DO PAÍS

O Rio de Janeiro terá a primeira "Bolsa verde" do Brasil. O projeto inédito pretende desenvolver um mercado de ativos ambientais para promover a economia verde fluminense. Será o primeiro mercado de carbono do país, mas o leque de commodities negociadas será mais amplo: terá efluentes industriais, reposição florestal e até lixo. A previsão é que comece a operar em abril de 2012, às vésperas da Rio+20, a conferência sobre desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).

O primeiro passo nessa direção é o acordo de cooperação que será firmado amanhã entre a Secretaria de Estado do Ambiente, a Fazenda municipal e uma associação civil sem fins lucrativos, a BVRio. "A Bolsa é um ambiente de negociação, onde quem precisa de determinados ativos compra de quem tem", explica Suzana Kahn, subsecretária de Economia Verde da Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Rio. Entre esses ativos, o carbono é o mais importante.

O mercado mais forte de créditos de carbono no mundo é o europeu. Movimentou mais de € 100 bilhões em 2010. A base é o estabelecimento de um teto de emissões de gases-estufa (conhecido em inglês por "cap") e a comercialização de licenças para emitir ("trade"). Algumas vezes tais licenças são doadas pelos governos às empresas; outras, são vendidas.

A empresa que emite mais do que seu teto tem débito e compra créditos da outra, que emitiu menos - sistema de compensação e comércio conhecido por "cap & trade". "Queremos estimular a melhor eficiência e incentivar quem consegue reduzir emissões a custo menor", diz Suzana. No futuro, a Bolsa deverá abranger também energia renovável e biomassa.

O mesmo raciocínio se aplica aos efluentes industriais na Baía da Guanabara ou para créditos de logística reversa e reciclagem. No último caso, a lei determina que os produtos ou suas embalagens voltem às indústrias depois do consumo. A lógica aqui é permitir que empresas ou cooperativas que realizarem atividades de logística reversa vendam seus créditos a quem precise. "O crédito atesta que alguém reciclou uma tonelada de aço", ilustra Pedro Moura Costa, presidente-executivo da BVRio.

"Uma empresa precisa reciclar aço, mas pode comprar os créditos de alguém que fez o trabalho para ela", explica Moura Costa. "Você delega o que tem que fazer a empresas especializadas, que podem realizar o trabalho a um custo menor do que você faria e de um modo melhor."

A BVRio é uma associação civil sem fins lucrativos, que quer desenvolver os tais ativos ambientais. Os associados da BVRio são representantes de empresas, tanto de indústrias como de outros setores (inclusive bancos) ONGs e cientistas ou pessoas envolvidas com finanças ambientais. Terá câmaras temáticas para discutir como esse espaço de negociação "pode nos ajudar a migrar para a economia verde", diz Suzana.

Outro setor de transação na Bolsa verde será voltado aos proprietários rurais que tiverem uma área de florestas maior do que a exigida por lei (a chamada reserva legal). Eles poderão vender seus certificados para outros proprietários, que precisarem recuperar áreas. É um esquema similar aos créditos de reposição de retirada de vegetação. Nesse tópico, quem usa madeira retirada de florestas nativas tem obrigação de repor o que tirou. Empresas que fizerem plantio de modo voluntário poderão vender créditos às que têm a obrigação de repor a mata.

"O governo tem que criar a demanda para cada uma dessas commodities", explica Moura Costa. "Estamos trabalhando para que o Estado tenha metas de redução", diz Suzana, referindo-se aos gases-estufa. Ela adianta que há contatos com siderúrgicas, empresas de petróleo e gás, cimento, para identificar o custo de cortar emissões. "Ao mesmo tempo, queremos criar um mecanismo de mercado para que possam cumprir suas metas", explica a subsecretária. "De um lado estaremos apertando, mas de outro, criando condições para que a economia verde deslanche."

Se o objetivo imediato da Bolsa fluminense é estimular a economia verde no Estado, a iniciativa pode ter estímulos indiretos. Um deles, por exemplo, é atrair para o Rio um setor de prestação de serviços ambientais que, em Londres, já representa 9.000 empresas, em prega 160 mil pessoas e tem faturamento anual de 23 bilhões de libras esterlinas, diz Moura Costa.

Ele foi o fundador de uma das maiores empresas do mercado de carbono do mundo, a Ecosecurities, adquirida em 2009 pelo J.P.Morgan. "Quero agora fazer algo semelhante no Brasil", diz. Engenheiro agrônomo com especialização florestal, Moura Costa acredita que a Bolsa verde pode aumentar a qualidade das metas ambientais que já existem, "que serão implementadas de modo melhor e por um custo menor".

"É muito difícil estimar o volume de operação dessa Bolsa", registra Eduarda La Rocque, secretária municipal da Fazenda do Rio. As conversas entre o governo estadual e o municipal se iniciaram há três meses, conta ela. "Queremos trazer o mercado financeiro mais para perto da economia verde", diz ela. "Essa iniciativa carrega junto todo um entorno de serviços, que envolve advogados, corretoras e uma Bolsa de valores."

Há muitos anos, o mercado de ações do Rio foi transferido para São Paulo. "Vamos ter que conseguir uma Bolsa parceira no projeto, que pode ser a de São Paulo, desde que toda a 'inteligência' da Bolsa verde esteja aqui", diz Eduarda. "Bolsa hoje é virtual. Em tese, as transações podem ser feitas independentemente de onde se esteja."

Há várias iniciativas similares à do Rio em estudo no Brasil. O governo federal há anos estuda o desenvolvimento de um mercado nacional de créditos de carbono. "Isso não é simples. Estamos, agora, estudando todas as regras", antecipa Suzana. Segundo ela, a recente conferência internacional sobre mudança climática da ONU em Durban, na África do Sul, foi positiva (mesmo que os avanços tenham sido tênues) nesse sentido.

"Durban apontou com clareza que há uma tendência irreversível para a economia de baixo carbono", diz. "Isso cria, no mercado, uma expectativa positiva. Ninguém vai querer investir em uma tecnologia que será obsoleta em 10 ou 15 anos."

Fonte: Daniela Chiaretti e publicada pelo jornal Valor, 19-12-2011.

CUÁL ES EL IMPACTO SOCIOECONÓMICO DEL MERCADO DE LA EFICIENCIA ENERGÉTICA?

Uno de los sectores que tiene mayor impacto es el de transporte./@stock.xchng

El Instituto para la Diversificación y Ahorro de la Energía ha presentado el estudio sobre el Impacto del Mercado de la Eficiencia Energética en la economía española y en el empleo, promovido y dirigido por este Instituto y en cuya realización han colaborado el Centro de Estudios Económicos Tomillo y Garrigues Medio Ambiente.

Pese a la importancia de un sector como es el de la Eficiencia Energética, hasta ahora no existía una cuantificación económica de este sector, en lo referente a la producción de bienes y servicios.

Para su realización se ha empleado una rigurosa metodología de análisis de la penetración en el mercado de 79 productos y servicios y se contó con la cooperación de 4.700 empresas, la mayoría a través de 60 asociaciones, y 30 organismos.

El estudio se ha realizado en el marco del Plan de Acción de Ahorro y Eficiencia Energética (PAEE) 2011-2020, aprobado por Consejo de Ministros el pasado mes de julio.

El sector de la eficiencia energética, en cuanto a la fabricación de equipos y prestación de servicios, tiene un impacto nada despreciable en la economía española, en términos de Valor Añadido Bruto y empleo. Si además del efecto directo se consideran los efectos indirectos e inducidos, su importancia se amplifica. De este modo la producción total del sector supone más de 50.000 millones de euros, el 2,45% del total de España, mientras que el Valor Añadido Bruto representa 17.771 millones de euros, el 1,8% del total nacional. En 2009 el sector registraba más 281.000 empleos totales, el 1,4% de la población activa española.

Los sectores que mayor impacto tienen en la economía y en el empleo son, principalmente, el sector Edificación y Transporte.

El sector contribuye muy positivamente a mejorar la innovación de nuestras empresas: en 2009 su gasto en I+D+i ha sido de 253 millones de euros, al 3,4% de su Valor Añadido Bruto, ratio muy superior al medio de la economía española, situado en el 1,38%.

Viendo estos datos, se observa, que el sector de la eficiencia energética se encuentra en un momento clave, caracterizado por una importante expansión. El sector ha experimentado un crecimiento en términos de VAB, medio anual del 3,5% en los últimos cinco años. Las previsiones son halagüeñas y apuntan a una importancia creciente en la economía española del sector durante la próxima década, a la vista del fuerte desarrollo que existe en la actualidad de sectores clave del mercado como son los servicios energéticos, vehículos eléctricos y de bajo consumo y edificios de muy bajo consumo. En todos ellos nuestras empresas son especialmente competitivas, ya están ocupando posiciones de liderazgo y su relevancia deberá aumentar en el futuro inmediato.

Con esta presentación IDAE reitera su compromiso con la promoción de la eficiencia y de las renovables, tanto por sus ventajas energéticas y ambientales, como por el desarrollo económico y social que llevan asociadas.

Fuente: Redacción ambientum.com

 

BRASIL REGRIDE POSIÇÕES COMO MAIOR EMISSOR NO PLANETA, TORNANDO-SE AGORA O 6o. MAIOR, ATRAS DE INDIA, RUSSIA E JAPÃO

 

Brasil é sexto maior emissor de gases do planeta


Metade dos gases estufa é gerada por cinco países, dois deles emergentes. Relatório foi divulgado nesta quinta-feira durante a COP 17, em Durban.

Mais da metade de todas as emissões de carbono liberadas na atmosfera são geradas por cinco países, segundo um ranking de emissões de gases estufa publicado nesta quinta-feira (1) no qual o Brasil aparece na sexta posição.

China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Japão lideram a lista, seguidos de Brasil, Alemanha, Canadá, México e Irã, de acordo com a lista, divulgada durante a COP 17, negociações climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU) em Durban, África do Sul.

Os primeiros dez países da lista são responsáveis por dois terços das emissões globais, acrescentou o documento, copilados pela empresa Maplecroft, da Grã-Bretanha, especializada em análise de risco. Três dos seis maiores emissores são gigantes emergentes que demandam energia e desenvolvem suas economias a uma velocidade vertiginosa.

Em desenvolvimento

A China, que superou os Estados Unidos alguns anos atrás no topo da lista, produziu 9.441 megatoneladas de CO2-equivalente (CO2e), uma medida que combina dióxido de carbono (CO2) com outros gases aprisionadores de calor, como metano e óxido nitroso.

O método de cálculo utilizado combinou números de 2009 para o consumo de energia com números estimados para 2010.

 

A maioria das emissões dos países é de dióxido de carbono, graças à enorme demanda de energia. O uso de energias renováveis está aumentando, mas continua pequeno em comparação com o de combustíveis fósseis.

 

A Índia produziu 2.272,45 megatoneladas de CO2e, parte significativa de metano gerado na agricultura. "Embora o uso per capita de energia na China e na Índia seja relativamente baixo, a demanda em geral é muito grande", explicou Chris Laws, analista da Maplecroft. "Quando combinado com o alto uso de carvão e outros combustíveis fósseis, isto resulta em grandes emissões nos dois países", acrescentou.

 

A produção brasileira, de 1.144 megatoneladas derivados do uso energético, seria significativamente maior se o desmatamento fosse levado em conta.

 

De acordo com informações do Deter, divulgadas em outubro passado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a região denominada Amazônia Legal perdeu no ano passado 7 mil km² de sua cobertura vegetal original. O índice é o menor desde que a medição foi iniciada, em 1988.

Potências

Entre as economias avançadas, os Estados Unidos - o primeiro país em emissões per capita entre as grandes potências - produziram 6.539 megatoneladas de CO2e. A Rússia, com 1.963 megatoneladas, ficou em quarto. Suas emissões caíram após a derrocada da União Soviética, mas espera-se que subam.

No Japão, onde a geração é de 1.203 megatoneladas de CO2e, os temores de segurança com relação à energia nuclear levaram a uma maior dependência em combustíveis fósseis, e um pico em emissões de carbono, disse Laws. Ele destacou, no entanto, que o governo japonês anunciou sua intenção de preencher a lacuna energética com fontes renováveis.

"É improvável que a tendência de aumento das emissões de gases efeito estufa seja mitigada em médio e longo prazos", relatou. O índice dos 176 países, com base nos níveis anuais de emissões de gases de efeito estufa, combina dados sobre as emissões de CO2 de uso energético e emissões de gases não CO2. Os dados vieram de várias fontes, entre elas a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA).

FONTE: GLOBO.COM

 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Rede Ambiente TV - BRASIL É SUPERADO POR JAPÃO E RUSSIA SUPERAM BRASIL EM EMISSÕES DE CO2 - NOSSO PAIS AGORA É O SEXTO MAIOR EMISSÕR DO MUNDO

Brasil é sexto maior emissor de gases do planeta

Metade dos gases estufa é gerada por cinco países, dois deles emergentes. Relatório foi divulgado nesta quinta-feira durante a COP 17, em Durban.

 

Mais da metade de todas as emissões de carbono liberadas na atmosfera são geradas por cinco países, segundo um ranking de emissões de gases estufa publicado nesta quinta-feira (1) no qual o Brasil aparece na sexta posição.

China, Estados Unidos, Índia, Rússia e Japão lideram a lista, seguidos de Brasil, Alemanha, Canadá, México e Irã, de acordo com a lista, divulgada durante a COP 17, negociações climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU) em Durban, África do Sul.

Os primeiros dez países da lista são responsáveis por dois terços das emissões globais, acrescentou o documento, copilados pela empresa Maplecroft, da Grã-Bretanha, especializada em análise de risco. Três dos seis maiores emissores são gigantes emergentes que demandam energia e desenvolvem suas economias a uma velocidade vertiginosa.

Em desenvolvimento

A China, que superou os Estados Unidos alguns anos atrás no topo da lista, produziu 9.441 megatoneladas de CO2-equivalente (CO2e), uma medida que combina dióxido de carbono (CO2) com outros gases aprisionadores de calor, como metano e óxido nitroso.

O método de cálculo utilizado combinou números de 2009 para o consumo de energia com números estimados para 2010.

A maioria das emissões dos países é de dióxido de carbono, graças à enorme demanda de energia. O uso de energias renováveis está aumentando, mas continua pequeno em comparação com o de combustíveis fósseis.

A Índia produziu 2.272,45 megatoneladas de CO2e, parte significativa de metano gerado na agricultura. "Embora o uso per capita de energia na China e na Índia seja relativamente baixo, a demanda em geral é muito grande", explicou Chris Laws, analista da Maplecroft. "Quando combinado com o alto uso de carvão e outros combustíveis fósseis, isto resulta em grandes emissões nos dois países", acrescentou.

A produção brasileira, de 1.144 megatoneladas derivados do uso energético, seria significativamente maior se o desmatamento fosse levado em conta.

De acordo com informações do Deter, divulgadas em outubro passado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a região denominada Amazônia Legal perdeu no ano passado 7 mil km² de sua cobertura vegetal original. O índice é o menor desde que a medição foi iniciada, em 1988.

 

Potências

 

Entre as economias avançadas, os Estados Unidos - o primeiro país em emissões per capita entre as grandes potências - produziram 6.539 megatoneladas de CO2e. A Rússia, com 1.963 megatoneladas, ficou em quarto. Suas emissões caíram após a derrocada da União Soviética, mas espera-se que subam.

 

No Japão, onde a geração é de 1.203 megatoneladas de CO2e, os temores de segurança com relação à energia nuclear levaram a uma maior dependência em combustíveis fósseis, e um pico em emissões de carbono, disse Laws. Ele destacou, no entanto, que o governo japonês anunciou sua intenção de preencher a lacuna energética com fontes renováveis.

 

"É improvável que a tendência de aumento das emissões de gases efeito estufa seja mitigada em médio e longo prazos", relatou. O índice dos 176 países, com base nos níveis anuais de emissões de gases de efeito estufa, combina dados sobre as emissões de CO2 de uso energético e emissões de gases não CO2. Os dados vieram de várias fontes, entre elas a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA).

 

FONTE: GLOBO.COM

 

 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

La Posición peruana en DurbanLLAMADO DE CONCIENCIA A PAISES INDUSTRIALIZADOS

"En el Perú, el cambio climático viene causando la disminución de los glaciares andino-amazónicos, provocando alteraciones en el régimen hídrico con grandes impactos sociales, culturales, ecológicos, económicos y políticos", dejó la delegación peruana ante la COP17, liderada por el Viceministro de Desarrollo Estratégico de los Recursos Naturales Eco. Hugo Cabieses. Cabe recordar que el Perú es firmante de la Convención Marco sobre Cambio Climático desde 1992, y del Protocolo de Kioto desde el año 2002.

En este sentido, la Estrategia Nacional de Cambio Climático del Perú se alinea con el objetivo de la Convención Marco de "estabilizar la concentración de gases de efecto invernadero en la atmósfera y evitar llegar a un nivel de interferencia peligrosa en el sistema climático, causado por el hombre. Este nivel debería lograrse en un plazo suficiente para permitir que los ecosistemas se adapten naturalmente al cambio climático, asegurar que la producción de alimentos no se vea amenazada y permitir que el desarrollo económico prosiga de manera sostenible".

La posición peruana en Durban destaca que el Perú apoya un segundo periodo de compromiso del Protocolo de Kioto para asegurar los objetivos de la Convención.

"Defendemos la renovación del Protocolo de Kioto con los países que quieran y puedan atender a compromisos vinculantes en este marco, y encarar en conjunto acciones de cooperación a largo plazo a fin de conformar una masa crítica de reducción de emisiones que garantice la permanencia en el nivel aún riesgoso de los 2 grados centígrados de calentamiento global.  Nuestro país se ha comprometido voluntariamente a contribuir a la reducción global de emisiones; y hacemos un llamado a todos los países en desarrollo a sumarse a este esfuerzo en la medida de sus posibilidades", señala el documento oficial.

Cabe destacar que en este escenario las actuales negociaciones internacionales sobre cambio climático asignan una creciente atención a mecanismos técnicos y financieros orientados a la reducción de emisiones por deforestación y degradación de los bosques (REDD), incluyendo conservación, manejo forestal sostenible y mejora de los stocks de carbono forestal, lo que representan interesantes oportunidades de negocio para nuestro país.

Finalmente, la delegación peruana, conformada por altos funcionarios y negociadores del Ministerio del Ambiente, Ministerio de Relaciones Exteriores y Ministerio de Economía y Finanzas, entre otros organismos; llevó a la COP17 el saludo del Presidente de la República del Perú, Ollanta Humala, quien en su exposición ante el 66ª período de sesiones de la Asamblea General de la ONU, el 22 de setiembre del 2011 en Nueva York, señaló que: "el cambio climático y el efecto invernadero, cuyos impactos se amplifican en los sectores sociales más vulnerables, son problemas que nos afectan a todos, ricos y pobres. En esta causa mundial por la preservación del planeta debemos estar todos comprometidos".

Datos de interés

La vulnerabilidad del Perú frente al cambio climático se caracteriza por:

  • Un alto grado de sensibilidad de la población, puesto que un aumento en el nivel del mar afectaría al 55% de la población que se encuentra asentada en las zonas costeras; y el 90% de la población vive en zonas áridas, semiáridas y sub-húmedas en donde se intensificarían las sequías.
  • Los glaciares tropicales – el 70% de los cuales están en el Perú – han tenido un notorio retroceso de 25% en relación con hace 30 años. Asimismo, la pobreza y la inequidad afectan a importantes segmentos de la población: en el 2009 el 35% vivía en pobreza y un 12% en pobreza extrema, siendo estas poblaciones las más afectadas con el cambio climático.
  • Un alto grado de sensibilidad de los recursos biológicos, puesto que el Perú se encuentra entre los 10 países megadiversos del mundo, con gran parte de su territorio en zonas de alta montaña, en donde se concentra una inmensa riqueza biológica de flora, fauna y culturas ancestrales.
  • Un alto grado de sensibilidad de los sectores productivos, debido a que los que más aportan a la economía del país, son precisamente los más altamente dependientes de las variaciones del clima y eventos extremos recurrentes.

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

DESCIENDE LA EMISIÓN DIFUSA DE DIÓXIDO DE CARBONO EN EL HIERRO

El Instituto Volcanológico de Canarias (INVOLCAN) informó al Plan de Protección Civil por Riesgo Volcánico (PEVOLCA) que los resultados de los análisis de la emisión difusa de dióxido de carbono a la atmósfera por el edificio volcánico insular de El Hierro reflejan una tendencia descendente desde finales del mes de noviembre, toda vez que se ha pasado de una tasa de 2.398 ± 115 toneladas diarias a 1.560 ± 59 toneladas diarias en la actualidad.

Además, el Instituto Geográfico Nacional (IGN) ha confirmado al PEVOLCA que durante el día 4 de diciembre de 2011 sólo se localizaron 4 sismos, ninguno de ellos sentido por la población. El mayor de estos sismos alcanzó una magnitud de 2.0 y se registró en la zona de El Golfo, a las 21:06 horas, a una profundidad de 20 kilómetros.

Para el IGN, el nivel de tremor se mantuvo bastante estable durante la primera parte del día, siendo a partir de las 18:40 horas cuando aumentó ligeramente su amplitud e inestabilidad hasta el final de la jornada.

En total, desde el día 17 de Julio de 2011 se han localizado 11.919 eventos.

En cuanto a los estudios de la deformación del terreno, durante la jornada de ayer se mantuvo el patrón de deformaciones de los últimos días de estabilidad en las componentes horizontales y deflación en la componente vertical de las estaciones del sur de la isla y este y oeste del Golfo y estabilidad en la zona central.

Respecto a la mancha, hay que destacar que en la mañana de ayer se observó emisión de gases y fragmentos de lava en la zona de cabecera siendo la zona de color azul verdoso de gran tamaño y tornándose marrón. Durante el resto del día, desde tierra, no se observó burbujeo ni material en suspensión en la zona de emisión.

Fuente: Redacción ambientum.com

 

PROTOCOLO DE KYOTO ESTÁ RUMO A RENOVAÇÃO, APONTA SECRETÁRIA DA ONU

A executiva da ONU Christiana Figueres(esq.) ao lado da presidente da COP Maite Nkoana-Mashabane./ Foto: Kincuri

A secretária-executiva da ONU para mudanças climáticas, Christiana Figueres, expôs nesta segunda-feira, 5 de dezembro que segundo informações que recebeu da negociação desta parte da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, que será realizado até o dia 9 de dezembro em Durban, na África do Sul, o que está em discussão é de que maneira o Protocolo de Kyoto será renovado, e não mais se ele será renovado.

A União Europeia é a favor de um novo projeto e está disposta a se comprometer com um segundo período de compromisso do Protocolo de Kyoto, o que não se vê em relação a outros signatários, tais como Rússia, Japão e Canadá, mas condiciona a renovação ao estabelecimento de um plano de médio e longo prazo de redução de emissões que inclua as economias emergentes.

Países como China, Índia e Brasil, apesar de estarem entre os maiores emissores de carbono, devido ao porte de sua economia, não se comprometeram internacionalmente com a diminuição dos índices de carbono porque se considera que tenham menos responsabilidade histórica nas mudanças climáticas, uma vez que se industrializaram tardiamente.

É importante lembrar que Japão, Rússia e Canadá não devem participar de um segundo período do protocolo, o que faz com que seus integrantes totalizem menos de 20% do total de emissões no planeta. Esse é um dos motivos pelo qual Kyoto é apontado como tratado pouco efetivo.

A China, voltou a afirmar que está pronta para assumir um compromisso de cumprimento obrigatório se outros países também o fizerem.

“Todos os países devem assumir responsabilidades e obrigações de acordo com suas próprias capacidades. E a China pode tomar parte nisso”, explicou o negociador chinês Xie Zhenhua.

O chefe da delegação americana, Todd Stern, explicou que seu país "não vê nenhum problema conceitual num acordo legalmente vinculante", mas que há um "excesso de foco" nesse assunto na conferência de Durban.

Segundo Stern, os EUA só aceitariam um acordo desse tipo se houvesse "uma verdadeira paridade legal" entre os governos participantes ou seja, sem condições, sem exigência de dinheiro e sem alterações nas regras de propriedade intelectual para tecnologias, que beneficiam os ricos e que os emergentes querem flexibilizar.

Os EUA dependem da aprovação de dois terços do Senado para que qualquer tratado internacional possa virar lei no país. E essa maioria qualificada é difícil de obter para quase qualquer tipo de acordo ainda mais para um acordo que afete o funcionamento de setores poderosos da economia americana, como o de carvão e o de petróleo. por Redação EcoD

 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

NOTICIAS MDL - "OS PAISES AFRICANOS NÃO PERMITIRÃO QUE QUIOTO SEJA ENTERRADO EM SEU SOLO!!

Países africanos são destaque nesta terça em Durban

"O grupo africano não vai permitir que o Protocolo de Kyoto seja enterrado no solo da África". Foi com esta frase que o representante dos países africanos arrancou aplausos dos presentes na plenária da COP17, nesta manhã (29), aqui em Durban, durante o Grupo de Trabalho Ad Hoc sobre Compromissos Adicionais para Partes do Anexo I do Protocolo de Kyoto.

A sessão começou com a representante da Argentina falando em nome do G77 - 132 países acrescido da China - e reassumindo a posição do grupo pela defesa do 2º período do Protocolo de Kyoto. Além disso, cobrou o compromisso por parte dos países desenvolvidos neste mesmo sentido. "As promessas que estão sobre a mesa são insuficientes perto do que a ciência recomenda", disse. Afirmou ainda que o Protocolo é instrumento essencial para manter e aumentar os níveis de ambição para os compromissos de redução de emissões dos países desenvolvidos.

Por outro lado, a Austrália, que falou em nome dos paises do grupo Umbrella (integrado por Austrália, Japão, Rússia, entre outros), retomou sua posição e afirmou que já estão tomando medidas de mitigação e que o Protocolo de Kyoto não pode sozinho manter as reduções em 2ºC ou menos.

A União Européia também se mostrou aberta para um 2º período de compromisso do Protocolo como parte de uma transição para um quadro mais amplo e juridicamente vinculante. "O 2º periodo do Protocolo com poucos países é claramente insuficiente para resolver o problema climatico", disse o representante da UE.

A Gambia foi incisiva ao afirmar que os países deixando o Protocolo de Kyoto o fazem não porque querem fazer mais e sim porque querem fazer menos. "É preciso que haja um acordo para o segundo periodo do PK".

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OUTROS DESTAQUES

 

  Fundo Clima: instrumento útil, mas suficiente? (Vita e Civilis)

Por Rubens Harry Born*, em 20/10/2011

 

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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Bioelectrogénesis y producción de energía renovable: un paso adelante en la depuración de residuos

Por Rocío Troncoso

http://unmundoderenovables.wordpress.com/

http://artiarts.wordpress.com/redaccion@ambientum.com

La bioelectrogénesis es el proceso mediante el cual ciertas bacterias, que se utilizan en la depuración de aguas residuales, pueden oxidar materia orgánica y transmitir los electrones así generados a una superficie conductora como puede ser el grafito. Esta tecnología es la base del proyecto Aquaelectra, una iniciativa que busca, mediante la aplicación de los principios de la bioelectrogénesis, depurar aguas residuales y a la vez, producir y almacenar energía limpia, renovable.

Abraham Esteve, bioquímico, profesor de la Universidad de Alcalá de Henares y coordinador técnico del proyecto de bioelectrogénesis Aquaelectra, explica al respecto que “el concepto de la electrogénesis microbiana es la comunicación entre las bacterias y un material eléctricamente conductor en el que pueden depositar o coger electrones. Este proceso puede emplearse para depurar materia orgánica, esto es, cualquier desecho biodegradable, no sólo urbano, desde residuos vegetales a urbanos aguas residuales, hasta efluentes industriales y puede ser utilizado para conseguir energía”.

En este sentido, Esteve, que participó en el III Congreso Internacional Smallwat 2011, celebrado en Sevilla, con la ponencia “Microbial electrogenesis: wastewater as an energy resource. Aquaelectra Project”, destaca que lo que hace de Aquaelectra un proyecto diferente es que “vamos a saltarnos una serie de pasos tradicionalmente ortodoxos en el mundo de la ciencia, como es ir esperando poco a poco los procesos e ir realizando un avance paulatino, y vamos a ir directamente a una visión más pragmática y más aplicada, intentando hacer que esta electrogénesis bacteriana funcione, directamente, a escala real”.

Aquaelectra busca, mediante la aplicación de la bioelectrogénesis, depurar aguas residuales y producir y almacenar energía limpia.

Cabe señalar que el proyecto Aquaelectra surge fruto de la colaboración de los investigadores del grupo de bioelectrogénesis del Instituto IMDEA-Agua, la Fundación CENTA (Centro de Nuevas Tecnologías el Agua) y tres empresas especializadas en tratamientos de aguas: Joca, Dam (Depuración de Aguas del Mediterráneo) y Euroestudios. Cada uno de ellos aporta amplia experiencia en el sector. Así, señala el coordinador técnico del proyecto, mientras la tecnología se ha desarrollado en la Universidad de Alcalá de Henares, su implementación en campo se va a realizar en las instalaciones de la planta depuradora de CENTA, mientras que las empresas aportan su experiencia en el campo de las infraestructuras.

Este proyecto de colaboración tiene tres objetivos o líneas prioritarias:

  •  Por un lado, la depuración de la materia orgánica existente en las aguas residuales,
  • por otro, desarrollar un sistema de depuración de nutrientes como el nitrógeno y,
  •  en tercer lugar, construir un humedal electrogénico. Esto último, como explica el profesor Abraham Esteve, es un concepto totalmente novedoso que aún no ha sido llevado a la práctica, al aplicar y conjugar la técnica de la bioelectrogénesis, con el sistema de depuración natural propio del humedal a través de las plantas.

La bioelectrogénesis, una tecnología que, explica Abraham Esteve, permite convertir el agua residual en un recurso energético. En este sentido, señala que las ventajas de su uso estriban, por un lado, en que minimizaría la inversión energética necesaria para depurar el agua. Esto es, el coste energético que le supone a las administraciones públicas depurar el agua, y, al mismo tiempo, se obtendría una depuración de agua con unos tratamientos más eficientes, con menor generación de fangos, que es, como señala, junto con el coste energético, otro de los problemas asociados a la depuración de aguas junto con el coste energético.

Producción de energía

Mediante la electrogénesis, la energía química que está acumulada en el residuo puede transformarse en energía eléctrica utilizando microorganismos. Es decir, existe un potencial energético en la biomasa, en los residuos contaminantes, como explica el coordinador técnico del proyecto.


Vista aérea de instalaciones de CENTA en
Carrión de los Céspedes / Fuente: Comunicación
del proyecto Aquaelectra)

 

A este respecto, puntualiza el profesor Esteve, quizás lo más interesante sea que se pueden estimular a las bacterias utilizando electrodos de material conductor, para que trabajen de forma más rápida. En este punto, señala, los ensayos que se han realizado con contaminantes, como herbicidas o derivados del petróleo, “muestran que las bacterias consumen diez veces más rápido los contaminantes si les dejamos un sitio donde depositar los electrones, como ocurre en la electrogénesis”.

Mediante la bioelectrogénesis, por tanto, puede generarse electricidad a través de este tránsito de electrones. No obstante, las ventajas derivadas de su empleo no terminan aquí, ya que también se consigue reducir el tiempo invertido en la propia depuración de los residuos, lo que, consiguientemente, conlleva a su vez un mayor ahorro energético.

Como explica Esteve, se trata de recuperar la energía que está dentro de estos residuos, mientras que se está realizando la depuración de los mismos. Y de este modo, “esa energía que tradicionalmente se pierde, se puede recuperar y convertirla en electricidad”.

En cuanto a los costes que conlleva la aplicación de una tecnología innovadora y reciente, el investigador señala que “el sistema no recibe energía, y los materiales conductores que se están utilizando son variaciones del grafito, un material relativamente barato. No son metales nobles y no se necesitan obras de ingeniería”. Ésta es, a su juicio, otra de las características interesantes del proyecto Aquaelectra, basado no en construir nuevas instalaciones para aplicar la electrogénesis, método que siguen otros laboratorios, sino en utilizar y aprovechar las ya existentes. De este modo, el proyecto no implica tampoco un coste adicional en infraestructuras.

Implementación a gran escala

El sistema no recibe energía, y los materiales conductores que se están utilizando son variaciones del grafito, un material relativamente barato.

El objetivo del proyecto Aquaelectra es que funcione a escala real, a escala industrial. Por eso, explica el coordinador técnico del mismo, en las instalaciones de la fundación CENTA se va a poner en práctica todo lo desarrollado en el laboratorio de la Universidad de Alcalá de Henares, con aguas residuales reales procedentes de la cercana localidad sevillana de Carrión de los Céspedes. No se trata de ensayos de laboratorio, que ya se han realizado previamente y se ha visto que funcionan. Ahora, “el desafío es saltar del laboratorio, de la escala pequeña, al campo de verdad”.

El potencial químico energético que hay en un agua residual media supone, señala el profesor Esteve, siete veces la energía que se invierte en su tratamiento. Por lo tanto, a priori, si se consigue obtener toda la energía que hay en el residuo, habría energía suficiente como para tratar el residuo y aún sobraría.

En este sentido Esteve señala que lo interesante de este proyecto basado en la electrogénesis microbacteriana es que “estamos en primera línea, es el primer proyecto, creo, que va a probar a escala real si esto es factible o no. Ahora mismo nadie ha conseguido implementarla, nadie en el mundo, estamos todos los competidores más o menos a un mismo nivel, trabajando en el laboratorio, consiguiendo buenos resultados en laboratorio, pero escalar no lo ha hecho nadie aún”.

Los primeros ensayos de campo en las instalaciones de la fundación CENTA comenzarán en unos meses. Durante los tres años de experimentación previstos, se irán obteniendo y analizando datos. Y se determinará con precisión y veracidad la viabilidad práctica a escala real de una tecnología que constituye, a día de hoy, lo más novedoso en el tratamiento de las aguas residuales urbanas.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

NIVEL DE CO2 AUMENTA 2% NOS ULTIMOS 12 MESES E 29% DESDE 1990

Como era de se esperar, a proximidade da COP17, que começa no próximo dia 28, está servindo de estímulo para a divulgação de vários estudos sobre as emissões de gases do efeito estufa (GEEs).

 

No mais recente deles, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) alertou que a concentração de GEEs na atmosfera cresceu 2% entre 2009 e 2010. Desde 1990, a concentração desses gases subiu 29%.

 

O nível de CO2 chegou a 389 partes por milhão (ppm), contra 386ppm no ano anterior. Antes da Revolução industrial, no fim do século XIX, a concentração de CO2 era de apenas 280ppm. A taxa média de crescimento do CO2 foi de 1,68ppm anuais nos últimos 31 anos, sendo que esse ritmo vem se acelerando. Em 1995, a taxa estava em 1,43ppm e já no ano seguinte passou para 1,94ppm.

 

Para piorar, um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) afirmou que se quisermos evitar que a temperatura da Terra não ultrapasse os dois graus Celsius de aumento que os cientistas estipularam como sendo o limite para evitar consequências climáticas mais graves, teremos que reduzir as emissões drasticamente já em 2017. Segundo a AIE, a partir dessa data ficaria impossível evitar os piores efeitos do aquecimento global, como desastres climáticos mais intensos e frequentes.

 

O problema é que se não foi possível realizar ações concretas de redução de emissões na COP15, em Copenhague em 2009, quando a atenção mundial estava muito mais focada nas mudanças climáticas, nem na COP16, em Cancun no ano passado, quando não havia a sombra de uma crise econômica atrapalhando as negociações, como é que podemos ter esperança para a COP17, em Durban?

¿QUÉ LE DICE EL LATINOBARÓMETRO A HUMALA?

El presidente Ollanta Humala declaró recientemente que le gustaría hacer una mega consulta sobre temas de interés público. Pues, el Latinobarómetro, una encuesta a más de 20 mil personas efectuada en 18 países de la región, podría calificar como una mega consulta. ¿Qué le dice el Latinobarómetro* a Humala?

 

Empecemos por las buenas noticias: El 49% de los peruanos consideran que el Perú está progresando, muy por encima del promedio regional que es 35%. El informe destaca que “la imagen de progreso no tiene que ver solo con el crecimiento económico, sino con el liderazgo y la percepción de oportunidad y justicia”.  Punto para Humala. Otra buena noticia: La confianza de los consumidores en el Perú es de 56% por delante del 49%, que es el promedio latinoamericano. Punto para la política económica vigente.

 

Vayamos ahora a las oportunidades: ¿Qué le falta a la democracia en su país? Reducir la corrupción es la respuesta del 59% de los peruanos, por encima del 48% de la región. La encuesta se efectuó entre el 15 de julio y el 15 de agosto, antes de que estallase el escándalo Chehade.  Ahora seguramente sería mayor el reclamo. El Presidente no necesita una consulta popular para saber que debe apartar a su sinuoso vicepresidente del poder para probar que su convicción de luchar contra la corrupción es genuina.

 

El otro gran campo de oportunidades que revela el Latinobarómetro está en el desempeño del Estado. Tanto en las preguntas sobre la eficiencia del Estado como en las que se refieren a la satisfacción con los servicios públicos, el Perú ocupa el último lugar en la región. El Presidente debería fijarse como objetivo sacar al país de esta lamentable situación, para lo cual requiere concentrar sus energías en impulsar una mejor educación y salud para todos, más infraestructura y mayor seguridad ciudadana.

 

¿Cuenta el Estado peruano con personas capaces para sacar al país de los últimos lugares en los indicadores sociales? Beatriz Boza, una de las personas que más conoce el Estado por dentro, sostiene en el último Perú Económico que sí.  En opinión de la directora ejecutiva de Ciudadanos al Día, lo que quizá falta es una transferencia de gestores públicos experimentados de los sectores económicos a los sectores sociales del Estado.

 

Una paradoja de nuestra débil estructura de partidos políticos es que facilita que la tecnocracia ocupe altos cargos públicos. El fenómeno se viene acentuando con el tiempo. En el actual gabinete ministerial, por ejemplo, no hay ningún militante del partido ganador de las elecciones. Humala prefirió convocar a especialistas y más allá de alguno u otro error, el balance resultó positivo. La reciente designación de Carolina Trivelli como Ministra de Desarrollo e Inclusión Social fue una decisión certera en esa línea. En resumen, apartar a los bribones y convocar a una tecnocracia íntegra es lo que el Estado peruano requiere para ponerse a la altura de las expectativas ciudadanas.  El próximo Latinobarómetro nos dirá si vamos avanzando por ese camino.

 

* El Latinobarómetro es efectuado en el Perú y otros países vecinos por Ipsos APOYO. Más información en www.latinobarometro.org

 

Leer más: http://blogs.semanaeconomica.com/blogs/percepciones-y-realidades/posts/que-le-dice-el-latinobarometro-a-humala?boletin=76623&utm_source=boletin&utm_medium=matutino&utm_campaign=2011-11-15#ixzz1dv0vY1ZE

 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

[InfoAndina] Nueva publicación sobre pueblos indígenas, áreas protegidas Y Otros

PUEBLOS INDÍGENAS Y ÁREAS PROTEGIDAS EN AMÉRICA LATINA

 

El documento recoge la literatura disponible sobre el tema de áreas protegidas y pueblos indígenas e información proporcionada por los países de la región latinoamericana, a través de informes nacionales, discusiones realizadas durante el desarrollo de un foro electrónico, estudios de casos y un seminario/taller, involucrando a especialistas de los distintos países. Los resultados de estas actividades están reflejados en el presente documento, cuyo propósito es ofrecer orientación técnica y servir de fuente de información para revisar las políticas, la legislación y las regulaciones relacionadas con el tema. También incluye las recomendaciones de líneas de políticas y acciones para mejorar la gestión de áreas protegidas con pueblos indígenas, resultantes del seminario/taller llevado a cabo en Argentina en el 2007. Se espera que este documento represente una herramienta útil para todas las instituciones y los profesionales que estén involucrados en la gestión de áreas protegidas con pueblos indígenas sean del sector público, como también de organizaciones no gubernamentales, el sector privado y estudiantes interesados en el tema.

 

Número de páginas: 58 p.

Editorial: Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y Alimentación (FAO)

Año de edición: 2008

Lugar de edición: Santiago, Chile.

Autora: Alvarado Barragán, Lourdes

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IV Encuentro Internacional de Saberes y Haceres de los Pobladores Rurales Andinos

 

Comunicado enviado por el comite organizador del Encuentro Internacional de Saberes y Haceres de los Pobladores Rurales Andinos

 

Los Encuentros de Saberes y Haceres de los Pobladores Rurales Andinos son espacios de intercambio y aprendizaje colectivo, en los que se comparten reflexiones, experiencias, preocupaciones y aprendizajes en torno a la vida en los entornos rurales, los medios de producción y los retos ambientales, sociales, económicos y políticos que afrontan quienes viven en las montañas andinas.

 

La cuarta versión del Encuentro se realizará en la ciudad de Manizales, Colombia, y tenía como fecha prevista de inicio el 9 de noviembre de 2011, con cierre el día 12 del mismo mes. Sin embargo, la ciudad de Manizales afronta una emergencia desde el día 19 de octubre, en el que un deslizamiento de tierra afectó el sistema de abastecimiento del acueducto de la ciudad, generando un daño que tomará varias semanas en ser reparado y restablecer el abastecimiento de agua potable con normalidad.

 

Ante tal situación, sumada a los reportes de las autoridades respecto de la previsión de un incremento en la cantidad e intensidad de las lluvias para los meses que restan del año, los organizadores del IV Encuentro han considerado prudente modificar la fecha de realización prevista, pues no sólo se desconoce el momento en el cual estará superada la emergencia sanitaria, sino que además se esperan afectaciones en la infraestructura vial y de servicios en la ciudad de Manizales y otras ciudades vecinas.

 

Finalmente, para las instituciones locales que han comprometido recursos para apoyar la celebración del encuentro, la emergencia genera nuevas prioridades que pueden comprometer los recursos estimados inicialmente, razón que se suma a las anteriores para considerar la modificación en la fecha de realización del encuentro.

 

En consecuencia, se propone como nueva fecha de inicio el 15 de febrero del año 2012, para cerrar el día 18, con la misma agenda académica y cultural que se había previsto. Ofrecemos disculpas por las dificultades que tal determinación pudiera ocasionar en orden a sus planes de viaje, al tiempo que agradecemos la comprensión y solidaridad de quienes se han manifestado respecto de la situación de la ciudad de Manizales.

 

Persiste el entusiasmo por la realización de nuestro Encuentro, sólo que reconocemos la coyuntura de la situación y esperamos contar con un escenario en el que los riesgos no sean de las dimensiones actuales.

 

Cordial saludo para todos y todas,

 

ANDRÉS FELIPE BETANCOURTH LÓPEZ

Comité Organizador

 

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

CONHEÇA BANGALORE, UMA USINA DE STARTUPS

São Paulo - Conhecida como a capital do Vale do Silício indiano, Bangalore é uma cidade desengonçada, barulhenta e poluída de 5,5 milhões de pessoas.

Mas por trás de sua aparência caótica há boas lições para o Brasil. Já foi a capital indiana do software e dos serviços terceirizados, mas agora volta-se a novos negócios pontocom. De médicos que atendem pela internet a bancos pelo celular, passando por incubadoras de novas tecnologias, é nessa região que estão concentradas algumas das mais interessantes startups da Índia.

 

“Nossos engenheiros têm formação educacional de qualidade e estão entre os mais inventivos do mundo”, disse a INFO Ajay Bharadwaj, pós-graduado nos Estados Unidos e hoje CEO da empresa de biotecnologia Anthem BioSciences.

 

[Mapa mostra onde está a inovação em Bangalore]

 

Há ainda a já conhecida vantagem dos custos. “A Índia oferece custos 50% menores que os Estados Unidos e bem inferiores aos praticados no Brasil”, afirma a brasileira Ione Binford, que há uma década instalou-se em Bangalore, ao lado do marido Thomas, ex-professor da Universidade de Stanford. Eles estão prestes a lançar um software que transforma textos escritos à mão em caracteres legíveis na tela do computador.

 

Segundo país mais populoso do mundo, com quase 1,3 bilhão de habitantes, e com a perspectiva de ultrapassar a China dentro de duas décadas, a Índia tem apenas 5% da população com acesso à internet, contra 39,2% dos brasileiros e 29% dos chineses e russos. Mas isso está mudando, principalmente com a rápida popularização dos smartphones. Segundo números do banco Caris & Co., a expectativa é que dentro de quatro anos os usuários indianos de internet passarão de 200 milhões. Isso explica o crescimento de 30% ao mês do comércio eletrônico, segundo a consultoria Helion Venture Partners, uma das grandes investidoras desse mercado. Vários fundos estão de olho nos 5 bilhões de dólares que o comércio eletrônico deve movimentar em dois anos na Índia. Veja aqui o que algumas startups de Bangalore estão fazendo para inovar e inspire-se.

Conheça, abaixo, algumas das startups que nasceram em Bangalore:

Redbus.com aposta em ônibus pela web  

Read-Ink deixa letras mais legíveis nos PCs

Ji Grahak inova com pagamento no celular

Flipkart quer ser a Amazon indiana

Healthcaremagic põe médicos na internet

Inmobi inova com anúncios para iPad

Fonte: INFO EXAME

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