Seguidores

Pesquisar este blog

segunda-feira, 23 de julho de 2012

TECNOLOGIA PARA TRANSFORMAÇÃO DE ÓLEO DE COZINHA USADO EM BIODIESEL CHEGA AO BRASIL

A Green Fuels, fabricante de equipamentos para processamento de biodiesel a partir de óleos vegetais, óleo de cozinha usado ou gorduras animais, abre seu primeiro escritório no Brasil. O sistema desenvolvido pela empresa tem baixo custo de instalação e representa um investimento em uma forma de geração de energia com baixa emissão de carbono, além de viabilizar retorno de investimento rápido. Cerca de 80% do volume de negócios da Green Fuels vem de exportações para países como EUA, México, China, Austrália, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Paraguai e Colômbia. No momento a empresa está construindo plantas na Austrália e Hong Kong.

 

Os processadores da Green Fuels variam de escala caseira até capacidades de produção de 8.000, 20.000 e 50.000 litros de biodiesel por dia. O sistema é concebido como um produto flexível e pronto para uso, o que permite aos produtores de biodiesel operar dentro de um prazo de três meses, muitas vezes mais rápido e eficiente do que as gerações de tecnologia de biodiesel anteriores.

 

O biodiesel é um combustível produzido através da reação de gorduras e óleos com um álcool por meio de um catalisador. Este processo, que também é conhecido como transesterificação, resulta na produção de ésteres metílicos (biodiesel) e glicerina, como um subproduto. Como a matéria-prima pode representar até 95% dos custos da produção de biodiesel, a utilização de óleo de cozinha usado no processo da Green Fuels reduz substancialmente este custo e melhora a viabilidade financeira do produto final.

 

A PriceWaterhouseCoopers é um exemplo de empresa que usa biodiesel refinado em um processador da Green Fuels para fornecer energia elétrica em sua sede em Londres. O edifício é considerado como o edifício mais verde da cidade. A empresa alcança uma taxa de 3,2KW/hora de energia por litro de biodiesel e usa essa energia para vários fins, como aquecimento, resfriamento do sistema de ar condicionado e energia elétrica. Empresas como Honda, Land Rover Jaguar e McDonalds também utilizam o combustível produzido pelos sistemas da Green Fuels.

 

James Hygate, CEO da Green Fuels, vê uma oportunidade para utilização das plantas modulares de processamento de biodiesel da Green Fuels no Brasil não apenas no meio empresarial, mas também por comunidades que podem reciclar óleo de cozinha usado para atender a sua demanda  de energia. Com a tecnologia da Green Fuels, comunidades e empresas podem se tornar ilhas auto-sustentáveis em energia.

 

Manuel Thompson-Flôres, diretor financeiro da empresa no Brasil, acredita que os equipamentos da Green Fuels também podem ter um significado social. As usinas móveis da empresa podem alimentar geradores de pequena escala utilizando matéria-prima cultivada localmente ou resíduos, facilitando o acesso à eletricidade em regiões remotas no norte e nordeste do país e eliminando altos custos com transmissão. Segundo ele, “A vantagem principal dos equipamentos da Green Fuels é que foram projetados para tornar mais fácil ser proprietário da própria biorrefinaria. Esta é uma usina de biodiesel que pode ser alojada em um contêiner de 40 pés, em locais remotos em escala pequena e comunitária, e que pode ser gerenciada remotamente e mantida através de diagnóstico on-line 24 horas. A biorrefinaria da Green Fuels não tem complexa sala de controle, nem centrífugas que representam alto custo com manutenção, e é totalmente controlada através de uma tela automatizada, sensível ao toque”.( Data: 23/07/2012 - Por: Redação TN )

DILMA ROUSSEFF FARÁ DUAS VISITAS AO PERU EM 2012; PERU BRASIL

Lima, 19 jul (EFE).- A presidente Dilma Rousseff visitará o Peru em outubro para assistir à III Cúpula da América do Sul e dos Países Árabes (ASPA) e depois voltará ao país antes do fim do ano para liderar uma reunião com ministros, conforme informou nesta quinta-feira o embaixador brasileiro em Lima, Carlos Lazary Teixeira.

"A presidente Dilma tem uma visita programada ao Peru nos dias 1 e 2 de outubro, para participar da cúpula da América do Sul e dos Países Árabes em Lima", evento que foi suspenso em 2011 devido à crise política na região africana, indicou o embaixador à agência estatal "Andina".

A primeira cúpula da ASPA aconteceu em Brasília, em 2005, e a segunda foi realizada em Doha, em 2009. Ambas tinham como objetivo impulsionar a cooperação entre a América do Sul e os países árabes.

A segunda visita que Dilma fará ao Peru será para participar de um encontro de gabinetes ministeriais na cidade de Arequipa, a convite do presidente peruano, Ollanta Humala.

"Estamos vendo as datas que sejam mais convenientes. A viagem será para participar do encontro de Gabinete Binacional que será realizado na cidade de Arequipa", indicou Lazary.

Na sessão conjunta de ministros, os líderes do Brasil e do Peru debaterão sobre a estrada Interoceânica e o gasoduto da jazida Camisea, obras de infraestrutura e energia que contaram com investimentos brasileiros do setor público e privado nos últimos anos. EFE (Fonte:  Agencia EFE S.A)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

FAÇA VOCÊ MESMO: TRANSFORME CASCAS DE LARANJAS EM VELAS PERFUMADAS

Fotos: instructables

 

 

 

 

 

Dependendo  do tamanho a vela pode durar até seis horas

Está pensando em fazer um jantar à luz de velas? Que tal unir romantismo e reutilização?

Para isso você só vai precisar de uma laranja, óleo de cozinha, faca, tesoura, isqueiro e voilà!

O que iria para o lixo vai deixar sua casa perfumada e em clima de romance. Aprenda como fazer.

Como fazer:

 

Para começar, corte a laranja ao meio. Se preferir fazer uma vela mais alta, corte uma parte maior que a outra.

Com a tesoura, corte em volta do miolo branco da laranja. É preciso tomar cuidado para não cortar a base desse miolo. Em seguida retire toda polpa, deixando a laranja praticamente branca, com uma espécie de pavio no centro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Deixe a laranja secando por dois dias. Se for possível colocar sob a luz do sol, melhor. Quando ela estiver seca, está pronta. Se estiver úmida, não funciona.

Encha a laranja de óleo, deixando cerca de 3 cm de pavio. Se o pavio estiver muito grosso, reduza a espessura. O ideal é ter um pavio de uns 3 mm de diâmetro,

para que seja possível acender.

Espere o óleo subir no pavio e o acenda usando um isqueiro. Tenha paciência, pois demora cerca de 30 segundos para o fogo pegar, por isso melhor usar um isqueiro.

E tome cuidado para não queimar a mão, pois as partes metálicas dele podem ficar muito quentes.

A chama da vela fica mais forte ao longo do tempo. Uma laranja cheia de óleo dura cerca de seis horas, podendo ser recarregada durante esse tempo.

Além da laranja pode também usar o limão ou em outras frutas cítricas.

- A dica vem do site Instructable. –

 

VEJA OUTROS MODELOS DE CASTIÇAL COM LARANJAS

 

       

 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

JUANA KOSLAY INTEGRA LA RED ARGENTINA DE MUNICIPIOS FRENTE AL CAMBIO CLIMÁTICO

JUANA KOSLAY INTEGRA LA RED ARGENTINA DE MUNICIPIOS FRENTE AL CAMBIO CLIMÁTICO

El Intendente de la Ciudad de Juana Koslay, Andrés Vallone, adhirió a través de la firma de un convenio, a la Red Argentina de Municipios Frente al Cambio Climático, lo que convierte a la Municipalidad de Juana Koslay en la única ciudad de la Provincia de San Luis adherida a esta red de gobiernos regionales para el Desarrollo Sustentable.

“BOMBAS TRIBUTARIAS”: LAS NUEVAS NORMAS TRIBUTARIAS Y SUS IMPLICANCIAS ECONÓMICAS

El Ministerio de Economía y Finanzas publicó hoy cinco decretos legislativos como parte de la reforma tributaria que ha emprendido.

Los cambios son numerosos e incluyen verdaderas “bombas atómicas” tributarias, de acuerdo a César Luna-Victoria, socio del Estudio Rubio Leguía Normand y blogger de semanaeconomica.com.

¿Cuáles son estos cambios? SEMANAeconómica resume los principales en este artículo

 

DESEMPENHO RUIM DE BRASIL (Revista TN Sustentável)

Ensino superior, comércio e crédito fazem Brasil cair em ranking mundial de inovação

 

MUITO ALÉM DAS PATENTES

Grandes universidades criam novos mecanismos para transferir capital científico ao mercado e à sociedade. De 2006 a 2011, o número de patentes obtidas pela Universidade Harvard subiu de 35 para 60 por ano.

 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

PROJETO BRASILEIRO ENTRA NA LISTA DOS DEZ MAIS INOVADORES DO MUNDO EM INFRAESTRUTURA URBANA

Rio de Janeiro – Um projeto brasileiro da área de energia está entre os dez melhores projetos de infraestrutura urbana inovadores, que podem tornar as cidades habitáveis e sustentáveis. Os projetos constam de uma lista incluída no relatório global Infraestrutura 100: Cidades Mundiais, apresentado pela empresa de consultoria internacional KPMG na Cúpula das Cidades do Mundo, em Cingapura, no início deste mês.

 

O relatório mostra como projetos pioneiros na área da infraestrutura podem fazer diferença, contribuindo para o surgimento das chamadas cidades do futuro, locais onde as pessoas querem morar e trabalhar. O Brasil aparece com dez entre os 100 projetos selecionados, metade das iniciativas apresentadas pela América do Sul.

 

Considerado um dos dez mais relevantes do mundo, o projeto Cidade Inteligente Búzios foi incluído na categoria infraestrutura de energia urbana e, de acordo com a publicação, responde a um dos maiores desafios do século 21, que é o desenvolvimento da infraestrutura urbana sustentável.

 

Os outros projetos inspiradores listados no relatório são os de Acesso pelo Lado Leste, da cidade de Nova York, na categoria mobilidade urbana; Corredor Industrial Delhi-Mumbai, na Índia, em conectividade global; Desenvolvimento Regional de Oresund, Dinamarca e Suécia, sobre recuperação urbana; Universidade Princess Nora Bint AbdulRahman para Mulheres, de Riad, capital da Arábia Saudita, que trata de educação; Royal London Hospital, de Londres, sobre saúde; Planta de Dessalinização Tuas II, de Cingapura, relativo à água; Cidade Ecológica de Tianjin, Tianjin, da China, sobre cidades novas e ampliadas; Sistema de Esgoto em Túneis Profundos, de Kranji para Changi, de Cingapura, que trata de reciclagem e gerenciamento de resíduos; e Projeto de Cabo do Briocs, da África do Sul e Ilhas Maurício, sobre infraestrutura de comunicações.

 

Segundo a diretora da KPMG no Brasil, Iêda Novais, a questão da sustentabilidade foi determinante na escolha dos melhores projetos mundiais de infraestrutura urbana, que são modelos para serem copiados em outras cidades e regiões. “O fundamental é trazer projetos que ajudem os países a ter boas práticas. Ter um modelo.” Para ela, muitas vezes, o que falta às cidades é uma metodologia que possa ser adotada localmente, por meio de parcerias público-privadas (PPPs), com financiamentos diversos. “Esses projetos podem criar uma nova fronteira, em termos de gestão das cidades”.

 

Esta foi a segunda edição do relatório sobre infraestrutura nas cidades mundiais. Na primeira, divulgada no ano passado, o Brasil entrou com seis projetos – um deles, o do trem de alta velocidade, que ligará os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, apareceu também entre as dez principais iniciativas globais. De acordo com Iêda, a edição deste ano incluiu projetos “mais encorpados” do Brasil, alguns vinculados a megaeventos esportivos como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

 

Iêda diz que acordos como o que foi firmado em junho entre as 20 maiores cidades do mundo durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, é que vão determinar a adoção de práticas sustentáveis no mundo. “Esse tipo de acordo é que vai fazer com que a questão da sustentabilidade nas grandes cidades venha a tomar forma, a partir de agora, para atender às exigências futuras das populações.”

 

Para ela, tais práticas determinarão o surgimento de novas “fronteiras” entre cidades, regiões e países, que ultrapassarão a questão geográfica. “As cidades vão competir entre si economicamente e na geração de empregos. As cidades sustentáveis têm melhor clima para atrair investimentos e oferecer mais qualidade de vida às pessoas.”  De acordo com Iêda, o objetivo de todos os projetos selecionados é gerar benefícios para as populações. Os países que têm práticas de infraestrutura mais desenvolvidas foram selecionados em todas as  regiões do mundo.

 

Os demais projetos brasileiros selecionados na publicação deste ano foram a modernização do Hospital do Subúrbio e o Projeto Integrado de Gestão de Água e Saúde, na Bahia; o Centro de Operações Rio da IBM, o corredor de transporte coletivo Transolímpica, o Porto Maravilha, e o Parque Olímpico, todos no Rio de Janeiro; a primeira parceria público-privada (PPP) do país para a construção e operação de escolas, em Belo Horizonte; a Linha 4 do Metrô de São Paulo; e o Embraport, maior terminal privado multiuso do Brasil, no Porto de Santos, em São Paulo.

* Edição: Nádia Franco - ** Publicado originalmente no site Agência Brasil.

RED DE MUNICIPIOS PARTICIPÓ DEL PRIMER ENCUENTRO DE REFERENTES DE CLIMPLATA Y MAS

RED DE MUNICIPIOS PARTICIPÓ DEL PRIMER ENCUENTRO DE REFERENTES DE CLIMPLATA

Los días 27 y 28 de junio se desarrolló en Montevideo el primer encuentro de los referentes de la plataforma regional de trabajo sobre la Cuenca hídrica del Plata denominada "ClimPLATA", en representación de la Red de Municipios frente al Cambio Climático participó Carlos Amanquez.       readmore

 

BASURA CERO ORO VERDE, UNA POLÍTICA AMBIENTAL

El Programa de Gestión de Residuos Sólidos Urbanos "Basura Cero" Oro Verde sigue avanzando en la localidad. El jueves 28 de Junio junto a la Red Argentina de Municipios frente al Cambio Climático realizaron el Taller Regional de Gestión Integral de Residuos y Biodigestión.  http://www.placc.org/images/stories/readmore.png

 

CÓMO HACER VIDEOCONFERENCIAS GRUPALES GRATIS  (www.LimaNorte.com  

Crear una videoconferencia aprovechando la Web es muy sencillo y existen distintas opciones para generarlas. En estos espacios virtuales se pueden dictar capacitaciones a distancia, producir conferencias desde el propio sillón del living o juntar a varios amigos distantes en un mismo punto virtual. Leer más de este artículo

 

URBANIZACIÓN NARANJAL ES UN FOCO DE CONTAMINACION AMBIENTAL   (www.LimaNorte.com)

- Desidia de los funcionarios municipales perjudica a colegio y vecinos de la zona. - En El Naranjal ahora reinan prostíbulos, cantinas y puntos de venta de droga. Desde hace dos años, vecinos y niños de colegios privados y estatales ubicados en Jr Ruibares cuadra 3 y Av Alisos cuadras 1,2 y 3 de Urb [...]  Leer más de este artícul

 

quinta-feira, 12 de julho de 2012

PROJETO AUTORIZA BIODIESEL PURO COMO COMBUSTÍVEL PARA AUTOMÓVEIS

Deputado afirma que Brasil pode ser o pioneiro na contribuição para diminuir a emissão de gás de efeito estufa

 

Em análise na Câmara, o Projeto de Lei 3029/11 permite o uso de biodiesel puro como combustível automotivo em veículos de passeio e de carga de pequeno porte (aqueles de até três toneladas). Segundo a proposta, de autoria do deputado licenciado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), caberá ao Executivo baixar as normas necessárias à sua regulamentação.

 

Ribeiro argumenta que, “em um momento em que todo o mundo discute alternativas para conter a emissão dos gases de efeito estufa, cabe ao Brasil, uma vez mais, oferecer sua contribuição para a solução do problema”. Proposta semelhante foi apresentada pelo ex-deputado Wilson Picler (PDT-PR) e arquivada ao final da legislatura passada.

 

Pioneirismo

 

Ele cita o pioneirismo do Brasil no uso em larga escala de combustível automotivo proveniente de fonte renovável – o álcool etílico. E sustenta que o Brasil pode agora dar outro grande exemplo de cuidado com a preservação ambiental, autorizando o uso, também em larga escala, de veículos movidos exclusivamente a biodiesel.

 

A vantagem, observa Aguinaldo Ribeiro, será uma considerável redução, de até 80%, na emissão de gás carbônico e poluentes particulados em relação aos veículos movidos exclusivamente a óleo diesel.

 

Além disso, o deputado salienta o impulso que a medida significaria para a produção de enorme variedade de vegetais usados como matéria-prima para o biodiesel, contribuindo para a fixação do homem ao campo e a geração de empregos e renda.

 

Tramitação

 

O projeto terá análise conclusiva das comissões de Minas e Energia; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.Tags – veículos; biocombustíveis; poluição; energias alternativas; agropecuária.

terça-feira, 3 de julho de 2012

¿VA REDD+ DEMASIADO LENTO? NO NECESARIAMENTE. Y RGGI (CALIFORNIA) program review preparations

Se suponía que la implementación de REDD+ iba a ser “amplia, rápida y barata”. Hasta ahora no es una gran cosa, sino muchos pequeños esfuerzos diseñados e implementados por muchos donantes y organismos diferentes, un conjunto de programas de diseño e implementación lentos y, probablemente, más caros de lo que se esperaba al comienzo. ¿Es malo todo eso?

 

En sus primeros cinco años, REDD+ se ha hecho cada vez más amplio y complejo en muchos aspectos imprevistos, explican Angelsen et ál., editores de una nueva recopilación de estudios titulada Analysing REDD+: Challenges and choices (Análisis de REDD: Retos y alternativas). Debido en parte a la falta de financiamiento de largo plazo y a una enorme diversidad de intereses, instituciones, ideas e información, los primeros proyectos REDD+ se crearon con fondos de desarrollo. No han contado con el financiamiento sólido y confiable que podría haber traído un nuevo acuerdo internacional sobre cambio climático.

 

Los editores describen REDD+ como un “amplio dosel”, al amparo del cual una extensa gama de actores pueden implementar sus propias ideas sobre qué se podría hacer para reducir la deforestación y la degradación forestal. Pero aún está lejos de lograr el cambio transformador que los editores consideran un prerrequisito para superar el escenario habitual que continúa impulsando la pérdida de bosque.

Brockhaus y Angelsen afirman que dicha transformación requeriría un “cambio en el discurso, las actitudes y las relaciones de poder, y unas acciones deliberadas de políticas y protesta”. Deberían eliminarse los incentivos económicos que fomentan el uso no sostenible del bosque. Habría que divulgar nueva información entre los grupos de actores interesados en los niveles nacional y local, e involucrados en “derechos, conservación de bosques y desigualdades”. Sería necesario establecer nuevas coaliciones que representen intereses diversos.

Por supuesto que hacer esto es un reto. Las coaliciones con diversos intereses podrían acarrear una pérdida de enfoque respecto a la concepción original de REDD+. Para los científicos es difícil generar y divulgar información clara sobre el clima y el carbono. Cambiar los incentivos económicos requiere comprender los costos de oportunidad, sumamente variables, y las relaciones de poder entre grupos que pueden ganar o perder.

Contar con la colaboración de grupos para lograr el cambio en diferentes escalas políticas requiere ciertamente una distribución equitativa de beneficios. Pero como Luttrell et ál. apuntan en uno de los capítulos del libro, existen muchos argumentos potencialmente contradictorios sobre quién se debería beneficiar de los proyectos REDD+: ¿Deberían ir los beneficios a las personas con derecho legal sobre la tierra y el recurso que almacena carbono, o a quienes gestionen bien los bosques –quienes puede que no tengan un derecho jurídico claro sobre el bosque–, o a quienes implementan programas REDD+, como empresas privadas u ONGs?

El hecho de que REDD+ no sea un gran programa centralizado siguiendo principios vinculantes multilaterales, sancionados por un convenio global y con un mecanismo de financiamiento bien gobernado, no es necesariamente el inconveniente principal. Un mecanismo REDD+ amplio y rápido podría entrañar riesgos, como apuntan Fairhead et ál. en un reciente estudio sobre el “acaparamiento de recursos naturales con fines ecológicos”. Aportar nuevo valor a la naturaleza (como hará REDD+) y conectar dicha naturaleza con los mercados dentro de un sistema internacional en el que, a menudo, los intereses mercantiles extranjeros y nacionales reciben trato preferencial del Estado, puede provocar expropiaciones de tierras y recursos locales a través de procesos de “reservas, territorialización, legalización y violencia”, como detallan Peluso y Lund.

Analysing REDD+ se esfuerza por mostrar los posibles obstáculos y deficiencias estructurales que debe abordar REDD+ para funcionar a largo plazo sin tales devastadores efectos sociales. Muchos de los autores del libro (por ejemplo, Jagger et ál.) demandan nuevas coaliciones e instituciones para salvaguardar no sólo el medio forestal, sino también los derechos comunitarios y la participación en la toma de decisiones. Además, como explican Larson et ál. Las soluciones a los problemas de tenencia de la tierra y de los recursos forman parte del cambio transformador que REDD+ necesita para funcionar.

Al final, Analysing REDD+ es cautamente optimista. Si se crean coaliciones inclusivas que influencien las políticas, es de esperar que lo hagan basándose en un enfoque “útil, en cualquier caso”. A lo largo del proceso podrían lograr algunas metas positivas, como eliminar subsidios perversos y resolver problemas locales de tenencia.

Analysing REDD+ no pretende resolver todos los problemas a los que se enfrenta la implementación. Pero hace una buena labor indicando qué problemas deben solucionarse. También apunta hacia dónde deben ir las instituciones, incorporando distintas ideas, compartiendo más información y respetando (y, cuando sea necesario, protegiendo) los intereses de muchos grupos.

Si REDD+ está avanzando más despacio de lo esperado, no es necesariamente negativo. Si va a suceder, un REDD+ sostenible debería avanzar a la par que las instituciones que protegen los derechos locales sobre la tierra y los recursos, y tener la capacidad de adaptar sistemas jurídicos nacionales e intereses económicos. Fuente: (

Más información

  • Angelsen, A. y McNeill, D. 2012 The evolution of REDD+. En: Angelsen, A., Brockhaus, M., Sunderlin, W.D. y Verchot, L. (eds.) Analysing REDD+: Challenges and choices, 31-50. CIFOR, Bogor, Indonesia.
  • Angelsen, A., Brockhaus, M., Sunderlin, W.D. y Verchot, L. (eds.) 2012 Analysing REDD+: Challenges and choices. CIFOR, Bogor, Indonesia.
  • Brockhaus, M. y Angelsen, A. 2012 Seeing REDD+ through 4Is: A political economy framework. En: Angelsen, A., Brockhaus, M., Sunderlin, W.D. y Verchot, L. (eds.) Analysing REDD+: Challenges and choices, 15-30. CIFOR, Bogor, Indonesia.
  • Fairhead, J., Leach, M. y Scoones, I. 2012. Green grabbing: a new appropriation of nature? Journal of Peasant Studies 39: 237–261.
  • Jagger, P., Lawlor, K., Brockhaus, M., Fernanda Gebara, M., Sonwa, D.J. y Resosudarmo, I.A.P. 2012 REDD+ safeguards in national policy discourse and pilot projects. En: Angelsen, A., Brockhaus, M., Sunderlin, W.D. y Verchot, L. (eds.) Analysing REDD+: Challenges and choices, 301-316. CIFOR, Bogor, Indonesia.
  • Larson, A.M., Brockhaus, M. y Sunderlin, W.D. 2012 Tenure matters in REDD+: Lessons from the field. En: Angelsen, A., Brockhaus, M., Sunderlin, W.D. y Verchot, L. (eds.) Analysing REDD+: Challenges and choices, 153-176. CIFOR, Bogor, Indonesia.
  • Luttrell, C., Loft, L., Fernanda Gebara, M. y Kewka, D. 2012 Who should benefit and why? Discourses on REDD+ benefit sharing. En: Angelsen, A., Brockhaus, M., Sunderlin, W.D. y Verchot, L. (eds.) Analysing REDD+: Challenges and choices, 129-152. CIFOR, Bogor, Indonesia.
  • Peluso, N.L. y Lund, C. 2011 New frontiers of land control: introduction. Journal of Peasant Studies 38: 667–681.

 

July 2, 2012 - As part of ongoing RGGI program review preparations, the nine states participating in the second RGGI compliance period are updating the anticipated schedule for conducting the 2012 program review called for in the original RGGI Memorandum of Understanding (MOU). As the MOU specifies, the program review will be a comprehensive evaluation, to include program success, program impacts, additional emissions reductions, imports and emissions leakage, and offsets. The comprehensive 2012 program review is part of RGGI’s initial design and the states’ ongoing commitment to ensure the environmental integrity of the RGGI program and the long-term development of the RGGI market.

The states, with the assistance of RGGI, Inc., will continue to gather analytical materials and comments from interested parties. Each of the states will evaluate these analytical materials and consider any potential changes to their programs. (2012 RGGI, Inc.,)

domingo, 1 de julho de 2012

PRIORIDADES PARA EL FONDO DE CLIMA VERDE 2012

Negotiated over the last two years, the Green Climate Fund is expected to deliver large-scale finance to allow developing nations to adapt to and mitigate climate change's impacts. Photo credit: Flickr/Jeff Attaway

 

La primera reunión del Fondo de Clima Verde (GCF) se acerca rápidamente y dos de los grupos regionales—Asia-Pacífico y América Latina y el Caribe—todavía no han nominado a sus representantes para la Junta. El GCF fue desarrollado durante los dos últimos años, y ahora se espera que ofrezca financiamiento a gran escala para ayudar a afrontar los efectos del cambio climático en países en vía de desarrollo. Sin terminar las nominaciones, la Junta no puede lanzar “el principal fondo global de finanzas para afrontar cambio climático.”

 

A principios de año, World Resources Institute (WRI) y Climate Analytics facilitaron una reunión en Nueva York con representantes de los países miembros de la Junta y otros involucrados en el diseño del Fondo (ver nota de resumen). Los participantes intercambiaron ideas y perspectivas sobre el programa de trabajo de la Junta para el 2012 y sobre las prioridades para su primera reunión. Además de los arreglos administrativos básicos—cómo seleccionar un país anfitrión o establecer una secretaría- la Junta necesita cumplir con los siguientes en el 2012:

 

  • Determinar la estrategia y modelo de negocio del Fondo – cómo va a recibir y mover el capital? La Junta debe determinar el enfoque y el momento adecuado para que los países desarrollados y otros interesados se comprometan con el Fondo. También deben llegar a un acuerdo para determinar cómo movilizar el capital entre un rango amplio de actores económicos – gobiernos, instituciones financieros, empresas, comunidades e individuos – para poder incentivarles la tomar de decisiones sobre inversiones que tomen en cuenta el cambio climático y sus impactos.

 

  • Definir las normas de funcionamiento del Fondo – cómo acceder y distribuir los recursos, y aprovechar otras inversiones del sector privado? La Junta tendrá que definir los criterios para acceder al Fondo, incluyendo opciones que permitan a las instituciones de los países en vías de desarrollo acceder “directamente” a recursos más allá de lo que les dan los bancos de desarrollo multilaterales o las agencias de las Naciones Unidas. La Junta también debe ponerse de acuerdo sobre las normas para la asignación de los recursos del Fondo a través de temas, sectores y países, de tal manera que proporcione la certeza necesaria para hacer inversiones a largo plazo, incentive acciones ambiciosas y aproveche los recursos controlados por el gobierno y actores privados.

 

  • Definir responsabilidades y contabilidad — cómo asegurar la buena gestión financiera, evitar o remediar los impactos adversos ambientales y sociales, y ser más transparente e inclusivos? Definir estas reglas para las instituciones de los países en vías de desarrollo y para el sector privado será particularmente difícil. La Junta tiene que asegurar que los sistemas de control sean igualmente rigurosos para países en vías de desarrollo y el sector privado.

 

Mientras se desarrolla el fondo se puede empezar a avanzar hacia los objetivos. Los países en vías de desarrollo pueden prepararse para recibir fondos integrando consideraciones sobre cambio climático en sus planes y programas de desarrollo, identificando áreas prioritarias de apoyo, mejorando sus instituciones, y fortaleciendo sus sistemas de manejo. Por su parte, los países desarrollados pueden apoyar estos esfuerzos para que los recursos intensificados se puedan programar más eficazmente una vez que el GCF esté en pleno funcionamiento.

 

Mientras la Junta pone su trabajo en marcha, tendrá que actuar rápida y decisivamente para terminar el diseño del Fondo y ponerlo en funcionamiento. También tendrá que ser pragmático equilibrando las múltiples prioridades e intereses, para poder diseñar un Fondo de forma eficiente y oportuna. Por último, si quiere inspirar confianza y atraer fondos que tengan un impacto transformador, el Fondo tendrá que demostrar un progreso significativo antes de la próxima reunión ministerial de cambio climático en Doha a finales de este año. De todas formas, lo primero es lo primero, y los países que están retrasando la primera reunión tienen que reconciliar sus diferencias y finalizar sus nominaciones para la Junta.