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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

QUANTIFICAR OS IMPACTOS DO CLIMA: NOVO MODELO DE COMPARAÇÃO ABRANGENTE É LANÇADO

Potsdam Institute for Climate Impact Research (PIK) - 2012/02/07 – A mudança climática tem um impacto sobre as florestas, campos, rios – e, assim, sobre os seres humanos que respiram, comem e bebem. Para avaliar esses impactos de forma mais precisa, uma comparação global informatizada baseada em simulações de todo o mundo vai começar em fevereiro. Pela primeira vez, os setores que vão desde os ecossistemas como a agricultura, abastecimento de água e saúde serão analisadas em um quadro comum. Os modelos serão fornecidos por mais de duas dúzias de grupos de pesquisa dos Estados Unidos, China, Alemanha, Áustria, Quênia e Holanda, entre outros. Os cientistas vão investigar quais os resultados são consistentes, onde há dúvidas e por quê. O projeto será coordenado pelo Potsdam Institute for Climate Impact Research (PIK) e pelo International Institute for Applied Systems Analysis (IIASA).

 

 

03 a 06/07 – VI Colóquio Latino-Americano sobre Recuperação e Preservação do Patrimônio Industrial

 

O Comitê Brasileiro para a Preservação do Patrimônio Industrial, o TICCIH Brasil, sente-se honrado em contar com o apoio da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo, do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, do SESC SP e da Cinemateca Brasileira para sediar VI Colóquio Latino-Americano sobre Recuperação e Preservação do Patrimônio Industrial, reunião internacional que dará continuidade ao debate sobre o legado cultural associado à indústria, motivo que levou a constituição do TICCIH, The International Committee for the Conservation of the Industrial Heritage em 1978.

 

São Paulo terá a oportunidade de reunir especialistas, pesquisadores e administradores de instituições culturais dos países latino-americanos, da Europa e do EUA, que apresentarão estudos recentes e experiências geradas em função da preservação da memória industrial.

Esperamos propiciar neste evento, um momento proveitoso para o intercâmbio cultural e institucional acerca da preservação do Patrimônio Industrial, que ainda necessita da devida valorização como parte importante do patrimônio cultural brasileiro e do futuro de nossas cidades.

Chamada para trabalhos – inscrição de artigos e pôsteres – até 05/03/2012 – Download do Edital

 

DF e Entorno aprovam protocolo para criação de consórcio que vai administrar resíduos sólidos

 

O protocolo para criar o consórcio público da Região Integrada do Entorno do Distrito Federal (Ride), que será responsável pela administração da coleta de resíduos sólidos na capital do país e municípios goianos e mineiros vizinhos, foi aprovado nesta sexta-feira (10). Na reunião, o governo do Distrito Federal apresentou uma nova redação do protocolo, criado em 2010, aos representantes das cidades do Entorno, o que gerou alguns protestos.

 

Os representantes do governo do DF garantem que as mudanças no protocolo não alteraram o conteúdo acertado em 2010. A intenção das alterações foi a de acelerar o processo burocrático, para que o DF pudesse iniciar o projeto de formação do consórcio antes mesmo da definição do governo de Goiás de participar do empreendimento.

 

Os representantes de alguns municípios goianos e do próprio governo de Goiás se sentiram desconfortáveis com a iniciativa do DF, pois o texto original do protocolo já havia sido encaminhado às câmaras municipais e está em processo de aprovação pelos vereadores.

 

A criação do consórcio é importante para inserir o DF e o Entorno na nova política nacional de resíduos sólidos, que prevê o fim dos chamados lixões e a instalação de aterros sanitários com rigoroso controle ambiental. Os municípios do Entorno dependem da economia do Distrito Federal e das políticas públicas desenvolvidas na capital do país.

 

Fonte: Ambiente Brasil - 13/02/2012

 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

GOVERNO PUBLICA LEI QUE INSTITUI PPA 2012-2015 - PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTORIA,, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SÃO EIXOS ESTRUTURANTES EM UM PLANO PLURIANUAL

Publicado no dia 19 de janeiro, o Plano Plurianual da União (PPA) 2012-2015 (Lei 12.593/12) trouxe como uma das diretrizes do governo o estímulo e a valorização da educação, da ciência, da tecnologia e da inovação (C,T&I). Com previsão de investimentos da ordem de R$ 5,4 trilhões, além de R$ 102 bilhões em emendas, o texto está estruturado em 65 programas temáticos. O PPA corresponde ao planejamento de médio prazo do governo e define os focos da administração pública federal para o próximo quadriênio.

 

Com algumas das metas do PPA para a área de C,T&I estão a atração de 100 projetos e centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D), e a expansão e diversificação dos mecanismos de incentivo à inovação no Brasil. O programa de Desenvolvimento Produtivo do PPA estabelece como meta elevar de 4.728 para 5.328 o número de empresas brasileiras que lançam novos produtos no mercado nacional e também fomentar a especialização de 20 centros de inovação, design e sustentabilidade. Espera-se, ainda, desenvolver e adaptar instrumentos de apoio à inovação específicos para atração de projetos e centros internacionais de P&D.

 

A nova política quer promover o desenvolvimento da cadeia produtiva do complexo industrial da defesa, inclusive mediante a utilização de compra governamental e de instrumentos fiscais, para alcançar maior autonomia tecnológica e produtiva.

 

O programa de Desenvolvimento Produtivo também cita o incentivo à implantação de indústrias competitivas de componentes e equipamentos eletrônicos. A ideia é promover a produção de software, conteúdos digitais interativos e serviços de tecnologia da informação (TI), para posicionar o País como exportador relevante do setor.

 

Essa iniciativa será comandada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e contará com investimentos da ordem de R$ 1 bilhão. Entre os resultados esperados, é possível citar a fabricação de semicondutores e a estruturação e implementação do Plano Estratégico de Software e Serviços de TI.

(Com informações do Gestão C&T)

MITOS Y REALIDADES DE UN CAMBIO DE LÍNEA DE CARRERA

Jack Welch, ex CEO de GE dijo "Change before you have to" (Cambia antes de que te veas obligado a hacerlo). Muchos de nosotros hemos considerado en algún momento un cambio de línea de carrera. A continuación algunos mitos y realidades de esta elección: 

 

1. “Voy a perder mucho dinero en el cambio”

Esto es parcialmente cierto. En el corto plazo, al hacer un cambio de línea de carrera, tu remuneración podría bajar, ya que tu productividad bajará. Vas a emplear mucho más tiempo que hoy en capacitarte que en producir, y tu empleador debería considerar eso y reflejarlo en tu remuneración.

En el mediano plazo, no deberías perder dinero. Tus conocimientos crecerán y con ello tu rendimiento. La empresa contratante debería reconocerlo y premiarlo en tu compensación. Un cambio en línea de carrera se debe contemplar como una inversión en capacitación, como lo es un MBA.

 

2. “Me tomó 10 años ser gerente de finanzas; no estoy dispuesto a pasar 10 más para llegar a ser gerente de marketing”

Esto es falso. Durante los 10 años que esta persona trabajó en finanzas adquirió tanto conocimientos financieros como gerenciales (liderazgo, estrategia, etc.). Si realiza un cambio de línea de carrera, podría llegar a un nivel similar (gerente de marketing) en aproximadamente la mitad del tiempo. Sólo requiere adquirir los conocimientos técnicos. Es importante resaltar que al adquirir en profundidad los conocimientos técnicos de dos áreas claves como finanzas y marketing, esta persona tiene una ventaja importante versus sus pares en su carrera a una gerencia general.

 

3. “Tengo que estudiar un MBA para poder hacer el cambio”

Falso. Un MBA es una inversión en capacitación distinta a una decisión de cambio de línea de carrera. Típicamente el principal objetivo del MBA es desarrollar las capacidades estratégicas de un profesional. Un MBA también ofrece desarrollar las habilidades técnicas, pero no con la profundidad que un trabajo en un área específica lo hace. Hacer un MBA antes de realizar un cambio de línea de carrera es pensar en dos inversiones distintas en capacitación. Esto puede traer excelentes resultados, pero una no es prerrequisito de otra.

 

4. “Me va a ser muy difícil conseguir un empleo a mis 35 años en un área distinta a la que trabajo”

Esto es una realidad. La mayoría de personas prefiere contratar a expertos para un área o entrenar a personas jóvenes (recién egresadas o con pocos años de experiencia) en un área nueva. Por un lado, temen que la persona que realiza el cambio de carrera se arrepienta y deje el empleo al poco tiempo. Por otro, piensan que una persona más joven aprenderá más rápido. Adicionalmente, algunos se sienten inseguros; piensan que alguien tan experimentado en otra área podría quitarles el puesto en el mediano plazo.

Lo mejor en estos casos es buscar un cambio en la empresa actual. Si esto no es posible, sólo entonces deberás salir al mercado. Aconsejamos que al salir al mercado, desarrollen su red de contactos (ver estrategia para procesos inestructurados en post anterior).

 

Al analizar una decisión como un cambio de línea de carrera, nos podemos entrampar en argumentos lógicos racionales. Aconsejamos incorporar al análisis numérico el efecto de la motivación. Un profesional exitoso siempre disfruta de su trabajo. Si dejaste de disfrutar del tuyo, es hora de cambiar. Recordemos a Albert Einstein: - A man should look for what is, and not for what he thinks should be - (El hombre debe buscar lo que es, no lo que cree que debería ser).

 

Leer más: http://blogs.semanaeconomica.com/blogs/factor-humano/posts/mitos-y-realidades-de-un-cambio-de-linea-de-carrera?boletin=76623&utm_source=boletin&utm_medium=matutino&utm_campaign=2012-01-31#ixzz1l8Fh0LKD

Fuente: SemanaEconómica