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quarta-feira, 21 de março de 2012

PROPOSTA BRASILEIRA DE CRIAR OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL É BEM RECEBIDA EM REUNIÃO DE GOVERNADORES DO BID

A proposta apresentada neste domingo (18) pelo governo brasileiro de criar, com abrangência mundial, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) – em modelo semelhante aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) – foram, segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, “bem recebidas” pelas autoridades que participam da reunião da Comissão da Assembleia de Governadores do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), no Uruguai.

 

“Apesar de a proposta ter sido apresentada em um rápido debate, eles a acolheram bem, especialmente por ela não ser restrita a países em desenvolvimento. A preocupação, agora, é definir objetivos e dar maior concretude a ela, para que os chefes de Estado ajudem a montar os ODS”, disse à Agência Brasil Miriam Belchior.

 

Ela reiterou elogios aos ODM e ressaltou que a proposta não tem caráter punitivo para os países que não cumprirem as metas. “Não serão ações punitivas, mas avaliações sobre as metas, para melhorar situação do planeta”, disse.

 

Para ela, é preciso definir com clareza o organismo internacional que ficará responsável pelo monitoramento do cumprimento das metas dos ODS.“É importante avançarmos principalmente nesse ponto, já que as Nações Unidas não deixam claro quem é o responsável [por esse papel, no caso dos ODM]. Isso acaba fazendo com que a missão fique aquém dos seus desafios”.

 

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), prevista para junho, no Rio de Janeiro, também esteve na pauta de discussões. “Há ainda preocupação, tanto do BID [Banco Interamericano de Desenvolvimento] como de outros organismos, sobre como financiar as medidas de sustentabilidade”, disse a ministra. (Agência Brasil)

ESPECIALISTAS DEFENDEM MARCO REGULATÓRIO PARA O REDD

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Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico alerta que inação climática poderá fazer com que consumo de energia cresça 80% em quarenta anos, o que pode levar a uma elevação na temperatura de até 6°C. Leia mais

 

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Falta de regulamentação abre brechas para projetos que desrespeitam os direitos das comunidades locais e que acabam prejudicando a imagem de outras iniciativas sérias de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação. Leia mais

 

BioCarbon Fund analisa setor de projetos florestais do MDL

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Fontes: Carbono Brasil

 

terça-feira, 20 de março de 2012

GEOENGENHARIA: DELÍRIO OU SALVAÇÃO?

Info

Diante das previsões cada vez mais pessimistas sobre o futuro do clima na Terra, têm surgido diversas e inusitadas propostas de engenharia para frear o aquecimento global. Jean Remy Guimarães avalia algumas dessas soluções em sua coluna de março.

 

Cena de animação feita pela equipe da série ‘Futurama’ em que se sugere usar helicópteros para jogar grandes blocos de gelo no mar para resfriá-lo. No mundo real, também há propostas inusitadas para frear o aquecimento global. (imagem: reprodução)

Problemas globais exigem soluções globais. Enquanto as previsões climáticas para o futuro próximo vão ficando cada vez mais pessimistas e as temperaturas vão rompendo sucessivos recordes – tanto para cima como para baixo –, mas com temperatura média em alta, a possibilidade de algum acordo internacional para a redução das emissões de gases de efeito estufa parece cada vez mais remota. Afinal, mudar cadeias produtivas requer imaginação, tecnologia e recursos para investimento.

 

Os recursos andam ariscos em tempos de crise econômica global. Há tecnologia, mas não o bastante: acordamos tarde do sonho do planeta sem limites e ainda estamos engatinhando na busca por alternativas energéticas menos suicidas e fedorentas do que as atuais.

Acordamos tarde do sonho do planeta sem limites e ainda estamos engatinhando na busca por alternativas energéticas menos suicidas

Diante de tal quadro, resta a imaginação. Em A verdade inconveniente, documentário norte-americano de 2006 sobre a campanha do ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore para alertar a população sobre o aquecimento global, há uma animação feita pela equipe da série Futurama (do mesmo criador de Os Simpsons) em que um tecnocrata sugere usar helicópteros para jogar grandes blocos de gelo no mar e, assim, resfriá-lo. Obviamente, seria uma sandice, já que a produção e o transporte do gelo gerariam muito mais calor do que o gelo seria capaz de remover do oceano. A termodinâmica é mesmo impiedosa.

 

Mas não devemos subestimar a imaginação e a capacidade da espécie que inventou a linguagem, a cultura, a religião e o dinheiro, sem esquecer a agricultura, o zíper, os antibióticos, o automóvel e... o desperdício. Afinal, se conseguimos fazer o canal do Panamá e criar e controlar doenças, não é um aquecimentozinho global que vai nos intimidar, certo?

 

E assim surgem propostas de engenharia a serem aplicadas em escala comparável à do problema: é a geoengenharia. São propostas no mínimo surpreendentes, como a colocação em órbita de megaespelhos refletores para reduzir a incidência de raios solares na superfície terrestre. Ou a instalação de espelhos do gênero em áreas desérticas e em oceanos: isso geraria menos carbono do que colocar megabarracas de praia em órbita.

 

Uma das propostas para conter o aquecimento global é a colocação em órbita de megaespelhos refletores para reduzir a incidência de raios solares na superfície terrestre. (foto: Nasa)

Também se cogita o uso de aviões, balões e barcos para semear na atmosfera substâncias que favoreçam a formação de nuvens. E a aspersão dos oceanos com ferro para estimular o crescimento do fitoplâncton, fixando assim muitas gigatoneladas de carbono. E aguardem novos lançamentos em breve.

 

Alto custo, eficiência duvidosa

 

As propostas têm em comum elevados custos financeiros, sociais e ambientais, além de eficiência para lá de duvidosa. Mais do que isso, são joias do mesmo pensamento linear e da arrogância que nos trouxeram à beira do atual precipício. O problema é o Sol? Façamos sombra. É o carbono? Domemos os oceanos, colocando-os a nosso serviço, e assim por diante.

 

As propostas têm em comum elevados custos financeiros, sociais e ambientais, além de eficiência para lá de duvidosa

 

Se conseguimos alterar o clima da Terra (sem falar de sua paisagem) e colocar em xeque o sistema que inventamos foi porque resolvemos manipular o planeta antes de entender minimamente seu funcionamento. Nesse sentido, essas propostas de geoengenharia são emblemáticas, já que não temos a menor ideia do que acontecerá se as colocarmos em prática, a não ser o gasto líquido e certo de grande quantidade de recursos cada vez mais escassos, além da geração de mais carbono.

 

Apesar disso (ou talvez por isso mesmo), investimentos não desprezíveis têm sido feitos em pesquisas sobre o tema, para reduzir as incertezas que rondam essas ambiciosas soluções. O governo inglês, por exemplo, destinava até 2009 cerca de 30 milhões de reais por ano para pesquisas na área. A Royal Society (instituição inglesa dedicada à promoção do conhecimento científico) achou que se deveria gastar 10 vezes mais.

Recentemente, Bill Gates, fundador da Microsoft, doou 10 milhões de dólares a um fundo para pesquisa e inovação em clima e energia. Nos dois últimos anos, os pedidos de financiamento ao governo dos Estados Unidos para pesquisas sobre o tema somaram 3,4 bilhões de dólares, dos quais se aprovou um vigésimo apenas.

 

Ora, direis, em comparação com os chutados 30 bilhões de reais da represa de Belo Monte ou de nosso ainda hipotético trem-bala: tudo isso junto ainda é merreca. E é mesmo. Mas a situação pode mudar, e muito. Não se empolgue, pois as citadas obras não ficarão mais baratas, o montante dos investimentos em geoengenharia é que pode aumentar bastante.

 

Captação de CO2: opção viável?

 

No entanto, há uma solução para a redução das emissões de carbono que, além de menos mirabolante do que as supracitadas, já é operacional. Trata-se da captação de CO2 na fonte. Em uma termoelétrica a gás ou carvão, por exemplo, isso implica primeiro remover compostos de enxofre, nitrogênio e outras impurezas dos gases de combustão. Em seguida, os gases já mais asseadinhos são resfriados para diminuírem de volume e injetados em um reator onde o CO2 se combina com amônia também resfriada. Os gases agora livres de CO2 são então lavados e expelidos por uma chaminé.

 

Central Termoelétrica do Pego, em Portugal. Uma solução operacional para a redução das emissões de carbono é a captação de gás carbônico na fonte, por exemplo, em termoelétricas a gás ou carvão. (foto: Flickr/ ChromaticOrb – CC BY-NC-ND 2.0)

 

Aquecendo-se a solução de amônia, esta libera o CO2 e, após resfriamento, pode ser reutilizada. Por sua vez, o CO2 liberado é comprimido até se tornar líquido. Mas onde guardaremos tantos botijões? E quando haverá uma opção compacta dessa parafernália para carros flex 1.0?

De novo não se empolgue: a solução por enquanto só serve para grandes fontes fixas de emissão. Fico curioso em relação ao consumo de água, energia e emissão de carbono associados a essa forma tão laboriosa de... captar carbono, mas essa aritmética fica para outra vez. Por enquanto, vamos à questão dos botijões.

 

Botijões, que botijões? Não haverá, tivemos idéia melhor: mega botijões naturais – e, portanto, gratuitos –, ou seja, estocagem geológica em rochas do subsolo, ou melhor ainda, injeção em poços de petróleo desativados. Não é genial? Do poço viestes, ao poço voltarás. Aleluia! Estamos salvos.

 

Mas.... Um momento. Se eu entendi direito, a mesma cadeia produtiva do petróleo que inferniza sua concorrente nuclear há décadas, brandindo sob o nariz desta a suposta insegurança da estocagem geológica de rejeitos sólidos, insolúveis, vitrificados, cimentados, encapsulados e cuja toxicidade tem prazo determinado, quer agora nos convencer que é seguro fazer o mesmo com um gás que é um poluente eterno, quando não consegue nem mesmo evitar o vazamento de um líquido? E tudo isso para evitar mudar hábitos perdulários?

 

Depois de Futurama, resta-nos lembrar de Hardy, a hiena do desenho da Hanna-Barbera: Ó Deus, ó vida, ó lugar, isso não vai dar certo.

 

Fonte: Ciencia Hoje

Por: Jean Remy Davée Guimarães

Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho - Universidade Federal do Rio de Janeiro

A POLITICA EXTERNA E A INTEGRAÇÃO DOS POVOS

A política externa brasileira sempre foi vista pelo grande empresariado industrial e do agronegócio como propriedade desses setores.

Sob a alegação de ser uma política de Estado, confundia-se interesse nacional com seus próprios interesses.

 

Ao longo dos últimos anos novas agendas e novos atores passaram a disputar os rumos da política externa, visando a democratizá-la e torná-la uma política pública que reflita os interesses múltiplos e conflitantes que existem na sociedade brasileira. Trabalhadores urbanos e rurais, consumidores, ambientalistas, organizações que defendem direitos sociais e serviços públicos universais passaram a questionar as prioridades das grandes corporações que sempre orientaram a atuação externa do Brasil.

 

Passaram também a pressionar para que a agenda de direitos, da sustentabilidade ambiental e de garantia das políticas de saúde, educação, serviços públicos, segurança e soberania alimentar passe a orientar a formulação da política externa.

 

Tais organizações e movimentos sociais defendem uma agenda diferenciada de integração do Brasil com os países da América Latina e com outros países do Sul. Propõem o controle social da atuação de empresas dentro e fora do Brasil, demandando garantias e contrapartidas sociais e ambientais das empresas multinacionais, inclusive das empresas brasileiras que estão se internacionalizando, e exigindo o cumprimento das regulações existentes para elas no plano internacional e na legislação nacional. Defendem que a política externa incorpore como diretriz central a defesa da dimensão ambiental, priorizando a articulação da posição externa com políticas internas de transição para uma economia de baixo carbono, que inclua a diversificação da matriz energética, a defesa dos sistemas agroecológicos da agricultura familiar e camponesa, o respeito aos territórios das populações tradicionais. Defendem que os direitos sociais prevaleçam sobre os interesses meramente comerciais.

 

Para que os interesses múltiplos e conflitantes existentes na sociedade brasileira possam ser processados, mediados e por fim traduzidos em posição externa é necessária a criação de um espaço institucional que inclua esta diversidade de atores e agendas. Os espaços e dinâmicas existentes até agora - sejam a Camex, as consultas ad hoc, as reuniões realizadas em gabinetes de ministérios com os grupos empresariais de pressão - já não são mais aceitáveis porque deixam importantes setores sociais e agendas do lado de fora, sem interlocução. A proposta de criação de um Conselho de Política Externa reforçaria o papel do Ministério das Relações Exteriores como o lócus de mediação, formulação e condução da política externa, conferindo legitimidade às definições dessa política. O conflito e a democratização do processo decisório na política externa são sinais positivos, pois contribuem para a democratização do Estado. E isso deve ser visto como prioridade pelo próximo governo.

FÁTIMA MELLO é secretária executiva da ONG Rede Brasileira Pela Integração dos Povos.

 

Cidades e Soluções: JARDINS FILTRANTES + RAIO-X DO CARVÃO VEGETAL NO BRASIL

JARDINS FILTRANTES (Inovante)

O Cidades e Soluções mostrou que jardins, além de embelezar a paisagem e melhorar a qualidade de vida de uma cidade, oferecendo lazer e um clima agradável, também podem tratar esgoto. Vem da França o exemplo dos jardins filtrantes, que tratam esgotos de comunidades inteiras, resíduos industriais e até as águas do rio Sena.

A repórter Joana Calmon foi conferir a tecnologia da empresa Phytorestore, que combina a capacidade de absorção de poluentes de algumas plantas com a capacidade de oxigenação de outras. Tudo sem perder de vista a beleza – o projeto paisagístico é inspirado nas obras de Claude Monet.(Leia mais)

BRASILEIROS DESCONHECEM A RIO+20. POR QUÊ? (Instituto Ethos)

A três meses da sua realização, a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável ainda não é conhecida pelos brasileiros. (Leia mais)

sexta-feira, 9 de março de 2012

ALIMENTOS DEL PERÚ PARA EL MUNDO

Más allá de la nueva coyuntura de crisis mundial, el Perú cuenta con enormes posibilidades de consolidar su oferta alimentaria al mundo. De los aproximadamente US$45,000 millones de exportación total del Perú -en todos los sectores- al cierre del 2011, el 95% corresponde a mercados con los que se tiene un acuerdo comercial (NAFTA, UE, EFTA, Japón, China, Corea del Sur, etc.).

Si nos concentramos sólo en los mercados para alimentos (agro y pesca-acuicultura), el 91% de ellos corresponde a países con los que el Perú ya tiene un acuerdo comercial cerrado.

 

Evolución de los patrones de consumo

°

Durante la década de los 80, la preocupación de los consumidores se centraba en el contenido de grasas de los alimentos que consumían y se desarrollaron notablemente las tiendas vegetarianas.

En los 90 primó la preocupación por el contenido de calorías, y todos los envases de alimentos informaban al consumidor sobre este punto.

A partir de la década del 2000 se incorpora el concepto de 'seguridad alimentaria' y crece el consumo de los productos orgánicos y funcionales. La trazabilidad o rastreabilidad se convierte en una exigencia para garantizar inocuidad alimentaria.

° Se prevé un crecimiento comparativamente superior al resto en los rubros de frutas y hortalizas frescas, pescado, lácteos, agua mineral, aves, especias, principalmente.   

° En términos generales, los consumidores son más viejos, más ricos, más exigentes, tienen menos tiempo, buscan más variedad, están más informados, cocinan menos y son étnicamente más diversos.

° En función de lo anterior, los consumidores priorizan productos que garantizan calidad/inocuidad, respeto al medio ambiente, nutrición y salud (productos naturales), alimentos elaborados que ahorran tiempo, empaques pequeños, nuevos sabores, presentaciones más atractivas y variedad de comidas étnicas.

 

La distribución de alimentos en el mundo

Mayoritariamente en el mundo, las empresas productoras/exportadoras de alimentos colocan sus productos a través de brokers, quienes entregan la mercadería a los importadores y éstos a su vez utilizan distribuidores/mayoristas para llegar finalmente a los supermercados.

Los gigantes del mercado son: Wal*Mart (EEUU), que factura US$195.27 billones, Carrefour (Francia), US$55.30 billones, Kroger (EEUU), US$49.00 billones, Ahold (Holanda), US$44.8 billones y Metro (Alemania), US$40.09 billones.

¿Qué buscan los supermercados?

° Vender marcas reconocidas por el público

° Productos con claras ventajas competitivas (precio, calidad, novedad)

° Suministro todo el año

Según el Food Institute, cada año entran más de 22,000 productos nuevos, pero sólo 1% permanece en el mercado.

 

Oportunidades en sector agroexportador

 

Actualmente el Perú exporta más de US$3,000 millones en exportación de frescos, procesados, granos, cacao, flores, etc. a más de 130 países. Hay cerca de 120,000 hectáreas dedicadas a la agroexportación y se incorporarán 95,000 más en el corto/mediano plazo como consecuencia de los proyectos de irrigación en cartera.

Existen buenas posibilidades de crecimiento en frescos (higos, granadas, granadillas, arándanos, aguaymanto), orgánicos (chocolate, café, quinua, espárragos), procesados (camu camu, granadas), gourmet (vinagretas, cafés especiales, tapenades, salsas).

 

Oportunidades en sector de pesca-acuicultura  

Se exportan más de US$2,500 millones a más de 92 países, respaldados en la riqueza de nuestro mar: más de 750 especies de peces, 872 de moluscos, 412 de crustáceos, 45 de equinodermos y 250 de algas.

Las oportunidades comerciales se centran en congelados (pota, conchas de abanico, langostinos) y conservas (anchoveta, jurel, caballa, anchoas).

Explotar estos recursos abre la posibilidad también para alianzas estratégicas no sólo entre empresas peruanas, sino también entre nuestras empresas y otras latinoamericanas que permitan atender mercados amplios, como el asiático, complementando estacionalidades, manteniendo un alto estándar de calidad y desarrollando marcas propias.



Leer más: http://blogs.semanaeconomica.com/blogs/escala-global/posts/alimentos-del-peru-para-el-mundo?boletin=76623&utm_source=boletin&utm_medium=matutino&utm_campaign=2012-03-09#ixzz1oe3S7i8e

 

Grata por sua atenção. Fico no aguardo de seu contato

 

Denise de Mattos Gaudard

 

Consultoria Socioambiental

 

55(21) 2246-7255 /55(21) 8875-8820

denisedemattos@gmail.com

Skpe:denisedemattos  Msn:denisedematos@hotmail.com

 

terça-feira, 6 de março de 2012

Principal norma que regula os resíduos sólidos no Perú é a Lei n.o 27.314 (Ley General de Residuos Sólidos)

Perú. A principal  norma que regula os resíduos sólidos no Perú é a Lei n.o 27.314 (Ley General de Residuos Sólidos), que estabelece as regras gerais para um adequado manejo de todos os resíduos sólidos no país. Além disso, o regulamento dessa Lei, aprovado por meio do Decreto Supremo n.o 057/2004PCM, especifica várias das disposições estabelecidas na Lei. No entanto, para o caso específico de Resíduos de Aparelhos Elétricos e Eletrônicos ("RAEE"), tanto a Lei como o seu regulamento não estabelecem nada a respeito. Assim, diante da falta de regulação específica para o manejo dos RAEE, vêm sendo discutidos vários projeto de normas.

 

O primeiro e mais importante projeto de norma é o Regulamento da Gestão e Manejo  de Resíduos de AparelhosElétricos e Eletrônicos, que  estabelece, entre suas principais disposições, a obrigação dos produtores de implementar sistemas de manejo de RAEE (que podem ser individuais ou coletivos), mediante os quais se assegure a coleta dos RAEE gerados, assim como um adequado manejo desse tipo de resíduo para seu tratamento, reciclagem ou disposição final.

 

Além disso, vêm sendo discutidas várias Normas Técnicas Peruanas ("NTP") relativas à Gestão e Manejo de RAEE, cobrindo os seguintes aspectos, entre outros:

 

(i) "Generalidades", com o estabelecimento de medidas gerais para o manejo dos RAEE conforme a etapa em que se encontrem;

 

(ii) "Etapas", com a especificação das medidas que deverão ser consideradas para um manejo adequado de RAEE em cada uma das etapas de gerenciamento;

 

(iii) "Tratamento", referente aos passos específicos para realizar o tratamento dos RAEE nas instalações dos operadores.

 

Finalmente, cabe ressaltar que uma vez que nenhuma norma estabelece que as NTP são obrigatórias, estas serão consideradas somente como recomendações a serem observadas para um  melhor manejo ambiental. No entanto, o Projeto de Regulamento da Gestão e Manejo de RAEE, em mais de um artigo, faz referência ao cumprimento de tais NTP, de modo que se esse Regulamento for aprovado, as NTP serão consideradas de cumprimento mandatório.

 

Fonte: Renzo Castagnino (escritório Delapuente Abogados Lima, Perú)

 

 

Grata por sua atenção. Fico no aguardo de seu contato

 

Denise de Mattos Gaudard

 

Consultoria Socioambiental

 

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SE UMA EMPRESA ENTRAR 100% NA SUSTENTABILIDADE, ELA QUEBRA", DIZ ESPECIALISTA EM MARKETING

Para Albélio Dias, vice-presidente de sustentabilidade da Academia Mineira de Marketing, a sustentabilidade é uma oportunidade de negócio e como tal deve ser aproveitada

 

Albélio Dias, vice-presidente de sustentabilidade da Academia Mineira de Marketing, quebrou alguns paradigmas ao falar de sustentabilidade na palestra realizada nesta semana no B.I. International de Belo Horizonte, com o tema "Sustentabilidade, um ótimo negócio".

 

Albélio afirma que a sustentabilidade é uma oportunidade de negócio e como tal deve ser aproveitada. Esse pensamento, segundo ele, é a única maneira de propagar efetiva e continuamente as ações, de fato, sustentáveis e não apenas "verdes".

Confira abaixo a íntegra da entrevista com o especialista.

 

As empresas sabem realmente o que é sustentabilidade?

 

Existe uma confusão entre empresa sustentável e empresa social. A empresa não é social, é capitalista e pode contribuir para a sustentabilidade.

 

O que é sustentabilidade e o que é empresa social?

 

Sustentabilidade de acordo com o conceito da ONU é "o desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades". A sustentabilidade na empresa é garantir a sobrevivência do negócio infinitamente, ou seja, é capitalista e visa lucro. Já a empresa social, de acordo com Muhammad Yunus, prêmio Nobel da paz em 2006, é voltada para resolver problemas sociais, portanto não objetiva maximizar os lucros e não distribui o dividendo, ou seja a receita é reinvestida integralmente na melhoria de produtos e serviços com impacto social. Yunus criou, por exemplo, uma parceria com a multinacional Danone (Grameen Dadone Food) para produzir um iogurte fortalecido com vitaminas e sais minerais com preços acessíveis para combate à desnutrição.

 

Que tipo de contribuição uma empresa pode dar para a sustentabilidade?

 

As pessoas buscam qualidade de vida e tem desejado a sustentabilidade. As empresas devem encarar essas tendências como oportunidades. As empresas devem se perguntar: "em que essas mudanças se relacionam com o meu negócio?". A exigência dos clientes devem impactar e gerar mudanças, readequações e se tornar novas oportunidades.

 

Quais são as mudanças que a empresa deve fazer para se tornar sustentável?

Em primeiro lugar, é preciso implantar uma cultura sustentável, mobilizar as pessoas. Não existem fórmulas prontas, mas promover palestras, reuniões semanais para que todos possam contar quais as atitudes sustentáveis começaram a praticar na última semana, enfim, desenvolver estratégias para que as pessoas realmente vivam, entendam e apliquem a sustentabilidade. Isso faz aflorar a criatividade e a inovação para implementar ações sustentáveis. Para isso acontecer, é preciso incentivo da liderança, como estimular o intra-empreendedorismo, a inovação, flexibilizar processos para que todos desenvolvam atividades sustentáveis, também são atitudes importantes dentro das organizações.

 

Quais os cuidados que a empresa deve ter?

Se uma empresa entrar 100% na sustentabilidade, ela quebra. A sustentabilidade é um processo e como qualquer projeto exige investimento e retorno financeiro. Por isso, a empresa precisa escolher por onde começar, por um produto, por exemplo. A empresa será sustentável sem deixar de ser capitalista. Um exemplo é a GE, que desenvolveu, entre outros produtos, uma turbina de avião que possibilita o uso de biocombustível: é sustentável e ela ganha dinheiro com isso. Ou seja, a empresa precisa ter a sustentabilidade ligada ao negócio.

 

Qual o papel das escolas, universidades e escolas de negócio como condutoras da cultura sustentável?

Todo conceito de administração, empresa, gestão atual vieram de um modelo industrial, que é determinístico. As pessoas não foram formadas com a visão sustentável, ou seja, com a visão estratégica para o social e ambiental. Esse é o novo paradigma: a gestão e a formação de pessoas. Hoje vivemos na base da experimentação, da inovação e do empreendedorismo de alguns, mas precisamos de uma visão integrada organizacional direcionada para a sustentabilidade.

 

 

Qual o papel da inovação e do empreendedorismo na sustentabilidade?

O Brasil é empreendedor, é, inclusive, destaque na Semana Global do Empreendedorismo, por exemplo. No entanto, falta educar esses empreendedores com a visão de negócio. Muitas escolas não colocam isso de forma prioritária, por exemplo, existem professores falando de empreendedorismo sem nunca terem empreendido. O empreendedorismo se refere ao negócio e não necessariamente a abertura de uma empresa. Portanto, para uma companhia se tornar sustentável, precisará de uma boa dose de empreendedorismo para que surjam ideias inovadoras. Essas são questões de sobrevivência de uma empresa, necessárias para se manter competitiva.

 

O Brasil vive um momento paradoxal. Por um lado, possui consumidores que exigem mais das empresas ações sustentáveis, mas que não são, na sua maioria, sustentáveis no dia a dia. As empresas também estão, cada vez mais, levantando a bandeira da sustentabilidade, mas também não implementam uma cultura, de fato, sustentável. Concorda? Por que isso acontece?

 

Concordo. Falta a cultura sustentável, que acontece através de algumas ações:

 

- Educação: Desde o ensino fundamental, as crianças devem aprender pequenas ações sustentáveis, como acontece em Curitiba, por exemplo. Lá as pessoas aprendem desde cedo que não se pode jogar papel no chão.

 

- Consequência de uma ação não sustentável: Quando vivemos o racionamento de energia, as pessoas aprenderam a valorizar a água e a energia elétrica. Nem todos permaneceram com as mesmas atitudes por causa da cultura da abundância natural do Brasil, por isso a importância de outra ação:

 

- Conscientização: Campanhas realizadas pelo governo, ONG's, seja em mídias sociais ou das mais diversas maneiras, elas servem para causar a reflexão nas pessoas: "você é ou não responsável?". Um exemplo foi a campanha que o Greenpeace fez para os apaixonados pela Apple, questionando se eles estavam consumindo um produto sustentável. Como resultado, cerca de um milhão de clientes questionaram Steve Jobs, responsável pela Apple na época, sobre o que a empresa fazia em prol da sustentabilidade.

 

Afinal, como entender a sustentabilidade como um negócio?

 

A sustentabilidade é um processo de aprendizado, de debate. Para falar de sustentabilidade, falo do futuro, com o pé no presente; questiono "que tipo de futuro quero construir?" e a partir disso, penso um negócio que visa atender essa necessidade. As atitudes de responsabilidade sócio-ambiental são ações, mas a meta é a sustentabilidade, feita de maneira a gerar lucro.

 

Como aplicá-la?

Albélio: Para empresa aplicar a sustentabilidade, ela precisa levar em conta três fatores: a sociedade, os recursos e a tecnologia. Por exemplo: as empresas que vendem as máquinas de lavar louça que permite a limpeza com água fria (a maioria precisa de água quente para dissolver o produto que faz a higienização). Essas empresas pensaram na sociedade, que vai economizar a energia que esquentava a água e a conta vai ficar mais barata; nos recursos: precisamos racionar a energia e diante disso, desenvolveram a tecnologia. Resultado: contribuiu para o meio ambiente e gerou um produto que vai gerar lucro: essa é uma ação sustentável.

 

Fonte: B.I. International

CIUDAD PERUANA DECLARA "EMERGENCIA" POR INMIGRANTES HAITIANOS

CIUDAD PERUANA DECLARA "EMERGENCIA" POR INMIGRANTES HAITIANOS.

 

La localidad de Iñapari, en la provincia de Tahuamanu (sureste), se declaró el día 31 de enero en emergencia para poder brindar ayuda humanitaria a casi 300 migrantes haitianos que viven en la indigencia en ese distrito fronterizo con Brasil.

El alcalde local, Celso Curi, explicó que la declaratoria fue adoptada por los regidores del consejo provincial de Tahuamanu, para brindar ayuda humanitaria a los haitianos que viven en condiciones infrahumanas en la ciudad de Iñapari, capital de la provincia de Tahuamanu, que comparte frontera con la localidad brasileña de Assis.

La declaración de emergencia permitirá a las autoridades locales usar los materiales de Defensa Civil en casos de desastres, como medicamentos, alimentos, artículos de primera necesidad, colchones, utensilios, frazadas y otras provisiones que tiene esa institución.

"Los haitianos no tienen colchones para dormir, están a la intemperie, tienen problemas estomacales, dermatológicos y respiratorios. Pueden ser presa fácil del dengue, el paludismo y contagiarse masivamente", expuso el funcionario provincial.

El lunes, el alcalde dijo al diario El Comercio que el fin de semana colapsó el servicio de agua potable y que el alimento para los casi 300 haitianos sólo podía durar hasta hoy.

"Vamos a declarar Iñapari en emergencia debido al hacinamiento de haitianos acá. El sábado se malogró la motobomba del pozo de agua y colapsó el servicio. Desde ayer (domingo) no hay agua en todo el distrito", dijo Curi al rotativo peruano.

Incluso dijo que los servicios básicos de toda la provincia de Tahuamanu están colapsando.

"Sólo en Iñapari somos 2.500 personas, y en poco más de una semana nuestra problación creció en más de 10 por ciento (con los haitianos). No nos damos abasto", dijo el funcionario distrital al diario peruano.

Según el burgomaestre peruano, quien conoce de cerca el drama de los haitianos que tratan de pasar la frontera hacia Brasil en busca de mejores condiciones de vida, el estado de emergencia facilitará la búsqueda de ayuda a estas personas.

Curi aclaró que esta medida es sólo un paliativo temporal, mientras el gobierno de Brasil busca una salida a la petición de ingreso a ese país presentado por los haitianos.

"Ellos han venido para quedarse en Brasil, vendieron todo lo que tenían en su país para hacerlo", expresó el alcalde de Iñapari, uno de los tres distritos de la provincia de Tahuamanu, en el departamento de Madre de Dios, fronterizo con Brasil.

Los 284 haitianos, entre ellos una niña de cinco meses y un niño de diez, están refugiados en la iglesia de Iñapari a la espera de que las autoridades brasileñas les permitan ingresar a su territorio.

El gobierno de Brasil cerró la frontera a los haitianos, con la finalidad de parar el éxodo de imigrantes de Haití desatado después del terremoto de enero de 2010, que devastó Puerto Príncipe y otras ciudades de esa nación empobrecida.

El médico del centro de salud de Iñapari, Daniel Carbajal, dijo al diario El Comercio que más de la mitad de haitianos que llegaron a su consultorio presentaban fuertes dolores estomacales, faringitis y, en el caso de las mujeres, infecciones urinarias.

"Esas enfermedades han sido causadas debido a la mala calidad del agua, a las lluvias y a que muchos de ellos comen sólo una vez al día", relató el médico.