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segunda-feira, 30 de abril de 2012

SAN BORJA: EL PRÓXIMO DISTRITO CORPORATIVO DE LIMA

¿Qué distrito tendrá un boom corporativo después de Santiago de Surco? Pero, más allá de eso, ¿cuál será el distrito más completo de Lima en los próximos años y el ideal para hacer negocios? Para responder esta pregunta, es necesario pensar primero cuáles son las características intrínsecas de un distrito corporativo. Debe ser un lugar con arterias principales (avenidas o carreteras). Debe tener oferta comercial, transporte masivo y rutas de desfogue. También es necesario que su oferta educativa y de salud sea de calidad y que la gente quiera vivir y trabajar en el lugar; es decir, debe ser un lugar que retenga el talento. Esto último se logra con experiencias de vida y con oportunidades. El lugar debe ser agradable, ambientalmente limpio y con un recorrido cultural.

Si se pone a pensar con cuidado, ni San Isidro ni Miraflores lo son. Ambos tienen un carácter corporativo ya consolidado, su oferta de educación y salud es de gran calidad y es atractivo para vivir; sin embargo, conseguir licencias de operación y construcción para cierto tipo de negocios es difícil, y el tráfico es insufrible. Surco, por su parte, tiene una muy pobre oferta cultural, pese a que el valor de su tierra es inferior al de los dos distritos anteriores. ¿Por ahí La Molina? No. Su sistema vial y conexión son pobres.

No se rinda, piense un poquito más. ¿Qué tal le suena San Borja? Probablemente sea un poco escéptico de este distrito de ventanas redondas y marcos de ventanas de aluminio y calles enrevesadas con nombres de músicos, pero San Borja será el próximo distrito corporativo de Lima y, ya con este desarrollo, se convertirá en el más completo y ordenado de Lima, como descubre Semana Económica en su más reciente artículo de portada. Fuente: Semana Economica.

http://semanaeconomica.com/articulos/81352-el-proximo-distrito-corporativo-de-lima?user_id=76623&boletin=s&utm_source=boletin&utm_medium=matutino&utm_campaign=2012-04-30Por Rodrigo Salazar

quarta-feira, 25 de abril de 2012

LÂMPADA WAKAWAKA BUSCA ILUMINAR AS REGIÕES MAIS VULNERÁVEIS DO MUNDO

O ano de 2012 chegou, no entanto, segundo a empresa WakaWaka Shine Bright, ainda existe cerca de 1,5 bilhões de pessoas em todo o mundo sem acesso a uma fonte estável e segura de luz. Para solucionar este caso, o Studio Kalkwijk, em Nova York, criou uma lâmpada solar intitulada de WakaWaka que significa “brilhar” em suaíli. Um conceito de luz solar LED que pode caber em uma garrafa PET. A ideia é de que a novidade seja implantada nas regiões mais vulneráveis do mundo em nível social, onde é comum utilizar lampiões e querosene na iluminação noturna, o que muitas vezes ocasiona incêndios, explosões e asfixias.

 

Similar ao Solar Pebble, LuminAID e Sollight, a lâmpada deve chegar ao mercado a um preço de US$ 10, o equivalente ao que é gasto com a utilização de querosene de dois a três meses. A vantagem em relação aos seus concorrentes é que o WakaWaka, quando carregado durante um dia inteiro a base de energia solar, fornece 16 horas de luz, enquanto o Solar Pebble chega perto, com 12 horas, mas os outros ficam para trás com apenas 4 a 6 horas de tempo de uso.

 

Fora de ambientes rurais de baixa renda, a lâmpada serve como lanterna de acampamento conveniente, acessório ao ar livre, luz de leitura de cabeceira ou carregador de telefone celular. A lâmpada é leve e possui uma bateria substituível que, segundo seus fabricantes, quando utilizado em uma base diária, pode durar três anos.

 

Ação social

 

Como parte de uma iniciativa Kickstarter, que é uma plataforma de financiamento para projetos criativos, os criadores WakaWaka doarão três lâmpadas solares para os alunos e professores na escola Mwamtsefu no Quênia, a partir da doações da sociedade.

 

Na plataforma existem opções de doações desde US$1 até US$1.000. Dependendo da quantia doada, o doador receberá desde títulos de fundador do WakaWaka até a própria lâmpada solar LED e seus assessórios.

 

O WakaWaka é dirigido por Camille van Gestel, um dos fundadores do Off-Grid Solutions, uma empresa que cria soluções viáveis e acessíveis para famílias que não têm acesso à eletricidade. Se você quer apoiar este projeto, acesse a plataforma Kickstarter e faça a sua doação. Fonte: Portal EcoD

segunda-feira, 23 de abril de 2012

NOVA TÉCNICA PERMITE IDENTIFICAR FONTES DE EMISSÕES DE GASES-ESTUFA

Método distingue carbono vindo de processos naturais do da queima de combustíveis fósseis

 

Poluição cria nevoeiro sobre a cidade indiana de Bangalore: diferença química entre emissões naturais e as produzidas pelo homem AFP/Dibyangshu Sarkar

 

RIO - Cientistas americanos desenvolveram um novo método que permite distinguir os gases-estufa vindos da queima de combustíveis fósseis de outros gases presentes na atmosfera, uma técnica que promete ajudar a monitorar a eficiência das medidas de corte das emissões.

 

A equipe da Universidade de Colorado analisou seis anos de medições de dióxido de carbono (CO2) e outros gases feitas por aeronaves a cada duas semanas. Eles puderam separar o CO2 derivado dos combustíveis do vindo de processos biológicos, como a respiração de plantas, porque o carvão, óleo e gás não têm carbono-14, um isótopo do elemento que está em constante produção na atmosfera.

 

Como o carbono-14 é radiativo, com o tempo ele decai, isto é, se transforma na forma comum do elemento. Sua meia-vida, ou o tempo que metade de um determinado volume da substância decai, é de 5,7 mil anos. Como os combustíveis fósseis são derivados de restos de plantas e outros materiais orgânicos acumulados há milhões de anos, o CO2 produzido por sua queima não tem carbono-14, em contraste com o emitido por fontes biológicas atuais, que são ricas no elemento.

 

O novo método criado por Scott Lehman e John Miller, pesquisadores da Universidade de Colorado, e publicado na edição desta semana do “ournal of Geophysical Research-Atmospheres”, da União Americana de Geofísica (AGU), oferece ainda a possibilidade de no futuro relacionar diretamente as emissões da queima de combustíveis fósseis a um país ou região, melhorando a técnica atual de estimar as taxas de emissão de gases-estufa com base em princípios contábeis. Estas estimativas geralmente têm como base declarações dos próprios países sobre seu consumo de carvão, óleo, gás natural e outros combustíveis fósseis.

 

- Embora o método contábil provavelmente seja acurado em uma escala global, incertezas surgem em uma escala menor – diz Miller. - E como as metas de emissões estão ficando cada vez mais comuns, pode haver a tentação de declarar um consumo de combustíveis menor, mas poderemos ver essa mentira.

 

As emissões vindas da queima de combustíveis fósseis elevaram a concentração de CO2 na atmosfera de cerca de 280 partes por milhão no início do século XIX para aproximadamente 390 partes por milhão atualmente, destacou Miller. A grande maioria dos cientistas climáticos acredita que este aumento está causando o aquecimento do planeta.

 

- Acreditamos que a abordagem fornecida por este estudo pode aumentar a acuidade da detecção das emissões e verificar a contribuição da combustão dos combustíveis fósseis e outros gases pelo homem – considera Lehman.

 

A técnica de Lehman e Miller é semelhante a uma desenvolvida por Brian Giebel, da Universidade de Miami, para identificar a “assinatura” química do álcool e outros poluentes emitidos pela queima de biocombustíveis na atmosfera e publicado em agosto passado no periódico científico “Environmental Science & Technology”.

 

Fonte: Infoglobo. Leia mais sobre esse assunto em:  http://oglobo.globo.com/ciencia/nova-tecnica-permite-identificar-fontes-de-emissoes-de-gases-estufa-4695631#ixzz1sueoArh2

 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS: APRENDER FAZENDO

Nova comunidade de aprendizagem em PSA deve contribuir para o conhecimento e a prática brasileira. Desafios para o País incluem ganho de escala e monitoramento de resultados

 

Desde o final do século passado, quando a pequenina Costa Rica passou a taxar combustíveis fósseis para remunerar proprietários de terras que promoviam reflorestamento, o modelo de pagamento por serviços ambientais (PSA) surgiu como uma das grandes inovações capazes de aproximar economia e conservação. Mas, como toda inovação, não se pode dispensar o aperfeiçoamento pela prática.

 

É aí que entra, no contexto brasileiro, a Comunidade de Aprendizagem em PSA, projeto gestado pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com a Agência de Cooperação Técnica Alemã (GIZ) e cuja secretaria executiva será exercida pelo Vitae Civilis. 

 

A ideia é fortalecer iniciativas já existentes e estimular a replicação do modelo em outras partes do País, tudo isso com base em um processo coletivo de aprendizagem. A metodologia consiste e mapear os atores e facilitar a troca de experiências entre eles, estabelecendo uma comunidade. O desenvolvimento do mecanismo PSA se dará a partir do conhecimento e das demandas presentes no próprio grupo.

 

Carlos Krieck, assessor para serviços ambientais e biodiversidade do Vitae Civilis e secretário executivo do projeto, exemplifica: “Hoje existe uma grande demanda por capacitações em PSA, seja de nível básico ou avançado. Mas além de atender demandas específicas promovendo oficians e cursos pontuais,   nosso papel é identificar dentro da própria Comunidade de Aprendizagem em PSA quem tem esse tipo de conhecimento e estimular o compartilhamento”.

 

A principal ferramenta é, naturalmente, a internet. O site www.aprendizagempsa.org.br – no ar a partir de 18 de abril – reunirá uma biblioteca virtual, um fórum para contatos entre participantes e um banco de dados com projetos cadastrados de todo o País. Será possível conhecer as iniciativas e o panorama geral da comunidade realizando buscas por região, bioma, tipo de serviço e status de implementação.

 

A expectativa do Vitae Civilis é levantar de 80 a 100 projetos durante a fase de incubação, que seguirá até outubro, mas qualquer pessoa pode se cadastrar e fazer parte desta espécie de rede social de PSA. “Todos os projetos do Brasil, independentemente do serviço negociado ou fase de implementação que se encontra,  são bem-vindos”, diz Krieck.

 

PSA no Brasil: trajetória e desafios futuros

 

Tradicionalmente, o mecanismo consiste em enxergar as áreas naturais para além de seus insumos e do patrimônio fundiário. Trata-se de reconhecer a importância de serviços essenciais, tais como a manutenção da biodiversidade, os estoques e sumidouros de carbono, a proteção dos recursos hídricos, a regulação do regime de chuvas, o controle da erosão etc. E, ao final, atribuir-lhes valor econômico. A remuneração para quem se compromete a conservar pode se dar com recursos públicos ou privados, a depender do modelo de parceria.

No Brasil, as primeiras iniciativas datam do começo dos anos 2000 e, nesse período, a prática já deu sinais de evolução. Krieck lembra que havia muita dificuldade em  calcular o valor adequado da remuneração para cada tipo de serviço e surgiam  muitas dúvidas sobre marco legal. Hoje já existem diversos métodos já testados e disseminados para realizar o cálculo econômico (é a chamada “valoração ambiental”) e também modelos para formulação de leis em PSA.

 

Na visão de Krieck, são dois os principais gargalos atuais no Brasil: escala dos projetos em andamento e monitoramento dos resultados. Em geral, os projetos de PSA são pequenas iniciativas locais, salvo algumas exceções, como o Espírito Santo, que estabeleceu uma política válida para todo os estado e já tem o programa implantado com áreas contratadas. Um grande impulso para o ganho de escala e fortalecimento do mecanismo de PSA no Brasil, seria a aprovação e regulamentação da Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais, atualmente em tramitação no Congresso.

 

Já o monitoramento dos resultados deve ser mais do que o simples cálculo de hectares e contrapartida financeira. “Os projetos tem que medir os impactos diretos do seu programa ou projeto. O quanto de fato esse investimento está fazendo diferença para a conservação de áreas naturais, recuperação de áreas degradadas e desenvolvimento local? O quanto esse pagamento tem impacto na família do beneficiário? Qual o destino do pagamento realizado? Hoje, são poucos os projetos que tem um bom sistema de monitoramento ambiental, social e econômico no Brasil  e nós queremos contribuir com esse debate”, diz Krieck.

 

Quem quiser saber mais sobre PSA e a comunidade de aprendizagem pode comparecer ao evento de lançamento no próximo dia 17/04/2012, em São Paulo, no Auditório da Secretaria Estadual de Meio ambiente, em São Paulo.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

BRASIL Y EL PROTECCIONISMO COMERCIAL

Ante la persistencia de una coyuntura económica incierta, buena parte de Europa –encabezada por Francia– amenaza con empezar a cerrar puertas al comercio y a la inversión extranjera a menos que reciba mayor reciprocidad de parte de sus socios comerciales. Aunque los motivos pueden ser relativamente distintos, vientos proteccionistas parecerían volver a soplar en las principales economías de la región sudamericana. El artículo principal de esta edición de Semana Económica (SE 1317) analiza en detalle la naturaleza de las barreras al comercio impuestas por Brasil y Argentina en los últimos meses y evalúa su impacto en el comercio con el Perú.

 

El caso de Brasil resulta particularmente interesante. Recientemente, dicho país forzó la revisión de su tratado de libre comercio con México para proteger su industria automotriz. Baja la amenaza brasileña de cancelar el acuerdo comercial del todo, México terminó por acceder al límite de exportaciones de autos dictado desde Brasilia. A pesar de que la presidenta Dilma Rousseff ha declarado que su guerra será sólo en contra de los capitales especulativos provenientes de las potencias de occidente y que continúan presionando a la baja al real brasileño, lo cierto es que se ha venido levantando diversas voces de alarma sobre el proteccionismo brasileño en las últimas semanas, entre las que destacan las de representantes FMI, del gobierno de Uruguay y de algunos de los principales bancos de inversión a nivel global.

 

¿Cuánto perjudica directamente esta situación al Perú? Según diversos analistas, no en mucho. El Acuerdo de Complementación Económica N° 58 (ACE 58), suscrito en el 2005 entre el Perú y Brasil, establece una significativa desgravación arancelaria progresiva de parte de ambas naciones. En el caso de Brasil, la desgravación para productos peruanos entrantes estaría completa el 1 de enero del 2013 y a la fecha el gobierno brasileño ya ha hecho efectiva la desgravación de más del 90% de partidas arancelarias.

 

Sin embargo, en conversación exclusiva con Semana Económica, representantes de Adex y de Comex señalaron que, en realidad, para el Perú –a diferencia de otros países– el problema del comercio con Brasil no pasa por temas arancelarios, sino por las barreras para arancelarias –definidas por Indecopi como obstáculos innecesarios e injustificados al comercio exterior y que en la práctica se traducen en barreras burocráticas o cuotas por producto, por ejemplo–. En concreto, demoras injustificadas en los registros sanitarios farmacéuticos, prohibiciones para la circulación de productos vegetales, rotulación compleja de productos importados, entre otras complicaciones han sido comentados por empresas asociadas a los gremios exportadores. Fuente: Semana Económica.